Como em Limeira, o ex-prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos, que teve o mandato cassado, como ocorreu com Silvio Félix por aqui, anunciou seu retorno à política.
Um comunicado no Facebook, no último domingo, informou que ele reassumirá o PDT local.
Diferentemente do que ocorreu em Limeira, Dr.Hélio se afastou do PDT em Campinas após a eclosão do Caso Sanasa, que dinamitou seu governo em maio de 2011. Por aqui, Félix viu muitos saírem do PDT, mas permaneceu no comando da sigla.
Na mensagem, Dr. Hélio gradeceu aos dirigentes paulistas do PDT, entre eles o vice-presidente estadual, José Roberto Batochio.
Que nada mais é do que o advogado de Félix em ações criminais.
Em tempo: o Caso Sanasa de Campinas está mais adiantado na Justiça do que o Caso da Família Félix em Limeira. Lá, o processo em primeira instância já está concluso para sentença. Aqui, segue em fase de instrução.
* Ampliação de nota originalmente publicada na coluna Prisma da Gazeta de Limeira edição de 24-6-15
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quarta-feira, 24 de junho de 2015
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
A volta de Silvio Brito à Câmara de Limeira
Dono do último voto na tumultuada e histórica sessão que cassou o mandato de Silvio Félix, então prefeito de Limeira, Silvio Brito deu uma amostra de um dos princípios que os políticos mais prezam: a lealdade partidária.
Embora seu voto não mudasse o resultado pela cassação, Brito votou de forma inaudível, uma vez que o povo já comemorava, aos berros, os votos que tiraram Félix do cargo. Ele disse "sim", inútil naquele momento, pela permanência do aliado no cargo, sendo um dos poucos que ficaram fiéis a Félix (e pagando politicamente por isso) até o fim.
Recebeu inúmeras vaias no plenário. Nos dias seguintes, ouviu muitas palavras de defenestração.
O partido, o PDT, era açoitado e, no pleito municipal de 2012 que se avizinhava, era a sigla menos desejada nas composições das chapas. Foi a última sigla a se decidir, quando embarcou na candidatura de Kléber Leite, com o objetivo de apenas ganhar cadeiras no Legislativo, modesto se comparado ao desempenho nas duas eleições anteriores.
Brito tentou a reeleição, mas foi varrido pelo sentimento de rejeição à Félix que predominou na eleição de 2012.
Recebeu 1.053 votos, uma queda de 52% em relação aos 2,2 mil votos que teve quatro anos antes. Amargou a quarta suplência na coligação, distante de qualquer ambição em assumir uma vaga.
Passada a eleição, o grupo político do qual Brito fazia parte, e que tinha dois vereadores, Érika Tank e José Farid Zaine, se aproximou da chapa vitoriosa na eleição, a de Paulo Hadich. O objetivo era dar ao novo prefeito uma base ampla no Legislativo.
Veio a eleição da Mesa Diretora, vencida por Ronei Martins, e tudo se acertou. Menos para Brito.
Ventilou-se até mesmo sua nomeação no Executivo, dentro das costuras envolvendo os vereadores do PDT, mas o assunto vazou à imprensa. Uma vez divulgado, o governo Hadich passou a negar a costura, e Brito ficou de fora.
Foi se abrigar em Americana, após ser cogitada a ideia de ir para Campinas, no governo de Jonas Donizeti, aliado de Hadich.
Na cidade vizinha, instalou-se como assistente de comunicação no Legislativo.
Depois, com a ida de Paulo Chocolate interinamente à Prefeitura, Brito virou secretário. Mas durou pouco e, com a derrota na eleição suplementar que ocorreu recentemente naquela cidade, ele desfez os planos de voos maiores em Americana.
Na terrinha, Brito se filiou ao PROS, partido criado recentemente, junto com Érika Tank e Farid. Travou uma disputa com herdeira de Elza Tank, para quem perdeu a presidência local da sigla. Ficou deslocado dentro da agremiação no plano local, mesmo coordenando o partido regionalmente.
Aos poucos, foi se distanciando do grupo que comanda o PROS e aproximou-se de Nilton Santos. Nas últimas semanas, esteve ativo junto com Nilton nas articulações que levaram este último à presidência da Câmara.
A fatura política vai ser paga nos próximos dias. Brito, formado em Gestão Pública e Técnico em Contabilidade, será nomeado secretário de Administração e Finanças, função cuja remuneração é de R$ 11.284,39, bem superior aos R$ 6.223,15 recebidos pelos vereadores.
Ele vai substituir José Aparecido Vidotti, que ficou no cargo durante a gestão de Ronei Martins.
Na entrevista à jornalista Érica Samara da Silva publicada na Gazeta de Limeira (3.jan.15), Nilton explicou: O fato de ele ter sido ligado a Silvio Félix não é problema". Nem poderia ser diferente quando a afirmação vem de um ex-diretor de habitação da gestão de Félix no Prada.
Para quem já viu o inferno político de perto, o cargo é um verdadeiro paraíso para Brito, que deve se filiar ao partido de Nilton, o PRB. Tudo indica, atuará, também, nas costuras da sigla visando as eleições de 2016.
* Crédito da imagem: Perfil de Silvio Brito no Facebook
Embora seu voto não mudasse o resultado pela cassação, Brito votou de forma inaudível, uma vez que o povo já comemorava, aos berros, os votos que tiraram Félix do cargo. Ele disse "sim", inútil naquele momento, pela permanência do aliado no cargo, sendo um dos poucos que ficaram fiéis a Félix (e pagando politicamente por isso) até o fim.
Recebeu inúmeras vaias no plenário. Nos dias seguintes, ouviu muitas palavras de defenestração.
O partido, o PDT, era açoitado e, no pleito municipal de 2012 que se avizinhava, era a sigla menos desejada nas composições das chapas. Foi a última sigla a se decidir, quando embarcou na candidatura de Kléber Leite, com o objetivo de apenas ganhar cadeiras no Legislativo, modesto se comparado ao desempenho nas duas eleições anteriores.
Brito tentou a reeleição, mas foi varrido pelo sentimento de rejeição à Félix que predominou na eleição de 2012.
Recebeu 1.053 votos, uma queda de 52% em relação aos 2,2 mil votos que teve quatro anos antes. Amargou a quarta suplência na coligação, distante de qualquer ambição em assumir uma vaga.
Passada a eleição, o grupo político do qual Brito fazia parte, e que tinha dois vereadores, Érika Tank e José Farid Zaine, se aproximou da chapa vitoriosa na eleição, a de Paulo Hadich. O objetivo era dar ao novo prefeito uma base ampla no Legislativo.
Veio a eleição da Mesa Diretora, vencida por Ronei Martins, e tudo se acertou. Menos para Brito.
Ventilou-se até mesmo sua nomeação no Executivo, dentro das costuras envolvendo os vereadores do PDT, mas o assunto vazou à imprensa. Uma vez divulgado, o governo Hadich passou a negar a costura, e Brito ficou de fora.
Foi se abrigar em Americana, após ser cogitada a ideia de ir para Campinas, no governo de Jonas Donizeti, aliado de Hadich.
Na cidade vizinha, instalou-se como assistente de comunicação no Legislativo.
Depois, com a ida de Paulo Chocolate interinamente à Prefeitura, Brito virou secretário. Mas durou pouco e, com a derrota na eleição suplementar que ocorreu recentemente naquela cidade, ele desfez os planos de voos maiores em Americana.
Na terrinha, Brito se filiou ao PROS, partido criado recentemente, junto com Érika Tank e Farid. Travou uma disputa com herdeira de Elza Tank, para quem perdeu a presidência local da sigla. Ficou deslocado dentro da agremiação no plano local, mesmo coordenando o partido regionalmente.
Aos poucos, foi se distanciando do grupo que comanda o PROS e aproximou-se de Nilton Santos. Nas últimas semanas, esteve ativo junto com Nilton nas articulações que levaram este último à presidência da Câmara.
A fatura política vai ser paga nos próximos dias. Brito, formado em Gestão Pública e Técnico em Contabilidade, será nomeado secretário de Administração e Finanças, função cuja remuneração é de R$ 11.284,39, bem superior aos R$ 6.223,15 recebidos pelos vereadores.
Ele vai substituir José Aparecido Vidotti, que ficou no cargo durante a gestão de Ronei Martins.
Na entrevista à jornalista Érica Samara da Silva publicada na Gazeta de Limeira (3.jan.15), Nilton explicou: O fato de ele ter sido ligado a Silvio Félix não é problema". Nem poderia ser diferente quando a afirmação vem de um ex-diretor de habitação da gestão de Félix no Prada.
Para quem já viu o inferno político de perto, o cargo é um verdadeiro paraíso para Brito, que deve se filiar ao partido de Nilton, o PRB. Tudo indica, atuará, também, nas costuras da sigla visando as eleições de 2016.
* Crédito da imagem: Perfil de Silvio Brito no Facebook
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Coordenador de Aécio cola imagem à de Hadich, que apoia Marina e tem PSDB em Limeira como oposição
Deputado federal e com base eleitoral em Campinas e imediações, o tucano Carlos Sampaio, coordenador jurídico da campanha de Aécio Neves, colocou Limeira na rota de sua campanha à reeleição na Câmara colando sua imagem à do prefeito Paulo Hadich (PSB), que apoia Marina Silva e a quem o comando do PSDB de Limeira faz oposição.Sampaio inaugurou seu comitê político há algumas semanas, na Rua Barão de Campinas. Na reta final, está distribuindo pela cidade um panfleto no qual cita que tem "história com Limeira".
De quebra, ele aparece aos sorrisos com o prefeito de Limeira e com Wagner Barbosa, que ocupa cargo no gabinete de Hadich. O PSB, de Hadich, está com o PSDB, de Geraldo Alckmin, somente no plano estadual.
Wagner, como se sabe, deixou o PDT, para onde foi com apoio do ex-prefeito Silvio Félix e ingressou no PSDB somente com o aval da Justiça. Ele tentou comandar a legenda, mas perdeu a disputa para o grupo de Pedrinho Kühl, que tem Leandro Consentino à frente provisoriamente da sigla em Limeira.
O grupo de Pedrinho também trabalha com outro deputado federal de fora, mas não é Sampaio. Trata-se de Mendes Thame, de Piracicaba.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Rua ganha nome de ex-bispo diocesano
A Rua 6 do bairro Jardim Lago Azul passa a se chamar, a partir de hoje, Rua Bispo Dom Augusto Zini Filho, em homenagem ao bispo da Diocese de Limeira falecido em novembro de 2006.
O autor da homenagem foi o vereador Sílvio Brito (PDT), que apresentou projeto de lei e obteve aprovação na Câmara Municipal.
Brito conseguiu outra mudança, a partir de hoje. Agora, a Semana da Imigração Alemã será comemorada na primeira semana de novembro de cada ano, conforme lei sancionada hoje pelo prefeito Sílvio Félix.
O autor da homenagem foi o vereador Sílvio Brito (PDT), que apresentou projeto de lei e obteve aprovação na Câmara Municipal.
Brito conseguiu outra mudança, a partir de hoje. Agora, a Semana da Imigração Alemã será comemorada na primeira semana de novembro de cada ano, conforme lei sancionada hoje pelo prefeito Sílvio Félix.
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
"Mensalinho do Guarujá" é denunciado na Justiça Criminal
O ex-prefeito do Guarujá, Farid Said Madi (PDT), foi denunciado pelo Ministério Público, juntamente com mais 11 pessoas, por formação de quadrilha e corrupção no episódio conhecido como "mensalinho do Guarujá".
Segundo a assessoria do MP, eles são acusados de terem participado de um esquema de compra de votos na Câmara de Vereadores local.
O autor da denúncia é o promotor André Luiz dos Santos. Os acusados já foram alvos de uma ação civil pública por improbidade administrativa, que resultou em afastamento de 8 vereadores.
Em 2005, o governo de Farid Said Madi foi noticiado em Limeira quando o advogado Valmir Caetano denunciou na Câmara Municipal e no MP suspeitas sobre uma compra feita pelo governo Félix no Guarujá, mas tanto a Câmara quanto o Ministério Público Federal (MPF) arquivaram as investigações.
Segundo a assessoria do MP, eles são acusados de terem participado de um esquema de compra de votos na Câmara de Vereadores local.
O autor da denúncia é o promotor André Luiz dos Santos. Os acusados já foram alvos de uma ação civil pública por improbidade administrativa, que resultou em afastamento de 8 vereadores.
Em 2005, o governo de Farid Said Madi foi noticiado em Limeira quando o advogado Valmir Caetano denunciou na Câmara Municipal e no MP suspeitas sobre uma compra feita pelo governo Félix no Guarujá, mas tanto a Câmara quanto o Ministério Público Federal (MPF) arquivaram as investigações.
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domingo, 13 de junho de 2010
Desembargador nega reconsideração pedida por Félix e mantém bloqueio de bens
O desembargador Osvaldo José de Oliveira não atendeu o pedido de reconsideração do prefeito Sílvio Félix (PDT) e manteve, em despacho assinado na última sexta-feira, dia 11, a decisão que indeferiu a solicitação de desbloqueio de bens.
Félix teve os bens bloqueados pelo juiz da Vara da Fazenda Pública, Adilson Araki Ribeiro, em ação movida pelo promotor Cléber Masson, que questiona as contratações pela Prefeitura de dois escritórios de advocacia, feitas sem licitação.
Passadas as análise preliminares, os autos vão ser processados numa das Câmeras de Direito Público para análise do mérito.
Félix teve os bens bloqueados pelo juiz da Vara da Fazenda Pública, Adilson Araki Ribeiro, em ação movida pelo promotor Cléber Masson, que questiona as contratações pela Prefeitura de dois escritórios de advocacia, feitas sem licitação.
Passadas as análise preliminares, os autos vão ser processados numa das Câmeras de Direito Público para análise do mérito.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Félix sonha com um governo estadual mais republicano; pode começar orientando aliados a não repetir o papelão da Tribuna Livre da Câmara
No último sábado, dia 24, o senador Aloízio Mercadante teve sua pré-candidatura lançada pelo PT para concorrer ao governo de São Paulo no próximo outubro, em mais uma tentativa do partido derrubar a hegemonia tucana, que governa o Estado há 16 anos.
O prefeito Sílvio Félix, integrante do diretório estadual do PDT, partido aliado do PT no plano federal, discursou, e sua fala está exposta em texto publicado no site do diretório estadual do PT, intitulado "Prefeitos reivindicam outro modelo de governo em São Paulo".
Félix disse, segundo o site: "O que tenho visto é que o governo Lula mudou muito a relação com os prefeitos e com os municípios, na distribuição de verbas do PAC, no atendimento e no respeito aos Prefeitos. Sonho com um governo no Estado que tenha a mesma postura republicana".
O texto está, obviamente, bem petista. Os demais depoimentos de prefeitos citados, como os leitores poderão observar, vão na mesma linha do que foi creditado ao administrador de Limeira.
É uma fala que não se coaduna muito com que o prefeito diz publicamente por aqui, em Limeira. Pelo cargo que ocupa, Félix manteve nos últimos anos uma relação bastante cordial com Serra, tendo o recebido muitas vezes, como no lançamento do câmpus da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA/Unicamp) e, mais recentemente, na inauguração do Ambulatório Médico de Especialidades (AME).
Conseguiu verbas importantes do governo Serra, como a do novo Fórum e a que vai ajudar na duplicação do Anel Viário. A imposição de um presídio, talvez, foi uma das raras estranhezas que Félix teve com o governo Serra.
A política é, sem dúvida, uma área intrigante. Ainda há algumas semanas, o presidente da Câmara, Eliseu Daniel dos Santos, que é do mesmo PDT de Félix, cometeu, na tribuna da Casa, um deslize ao sugerir a rival do tucano, Dilma Rousseff, como uma assaltante de banco - pediu desculpas depois - e elogiar a biografia de Serra, governante do Estado ao qual Félix quer ver mais republicanismo.
Félix sonha com um Estado mais republicano, mas poderia, primeiramente, cobrar mais postura republicana dos vereadores da base aliada na Câmara, para que não façam mais o papelão que fizeram na última segunda-feira, quando substituíram o consultor Celso Leite da Tribuna Livre por uma mulher de Araraquara desconhecida e que nada tinha a dizer ou a fazer ali, exceto pelo fato de que, noticiada pelos dois jornais da cidade, ganhou as primeiras referências no Google.
O prefeito Sílvio Félix, integrante do diretório estadual do PDT, partido aliado do PT no plano federal, discursou, e sua fala está exposta em texto publicado no site do diretório estadual do PT, intitulado "Prefeitos reivindicam outro modelo de governo em São Paulo".
Félix disse, segundo o site: "O que tenho visto é que o governo Lula mudou muito a relação com os prefeitos e com os municípios, na distribuição de verbas do PAC, no atendimento e no respeito aos Prefeitos. Sonho com um governo no Estado que tenha a mesma postura republicana".
O texto está, obviamente, bem petista. Os demais depoimentos de prefeitos citados, como os leitores poderão observar, vão na mesma linha do que foi creditado ao administrador de Limeira.
É uma fala que não se coaduna muito com que o prefeito diz publicamente por aqui, em Limeira. Pelo cargo que ocupa, Félix manteve nos últimos anos uma relação bastante cordial com Serra, tendo o recebido muitas vezes, como no lançamento do câmpus da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA/Unicamp) e, mais recentemente, na inauguração do Ambulatório Médico de Especialidades (AME).
Conseguiu verbas importantes do governo Serra, como a do novo Fórum e a que vai ajudar na duplicação do Anel Viário. A imposição de um presídio, talvez, foi uma das raras estranhezas que Félix teve com o governo Serra.
A política é, sem dúvida, uma área intrigante. Ainda há algumas semanas, o presidente da Câmara, Eliseu Daniel dos Santos, que é do mesmo PDT de Félix, cometeu, na tribuna da Casa, um deslize ao sugerir a rival do tucano, Dilma Rousseff, como uma assaltante de banco - pediu desculpas depois - e elogiar a biografia de Serra, governante do Estado ao qual Félix quer ver mais republicanismo.
Félix sonha com um Estado mais republicano, mas poderia, primeiramente, cobrar mais postura republicana dos vereadores da base aliada na Câmara, para que não façam mais o papelão que fizeram na última segunda-feira, quando substituíram o consultor Celso Leite da Tribuna Livre por uma mulher de Araraquara desconhecida e que nada tinha a dizer ou a fazer ali, exceto pelo fato de que, noticiada pelos dois jornais da cidade, ganhou as primeiras referências no Google.
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quarta-feira, 31 de março de 2010
A lógica das relações políticas, segundo o presidente da Câmara de Limeira
Na última segunda-feira, o presidente da Câmara foi contrário à aprovação da moção de protesto apresentada pelo vereador Ronei Martins (PT) contra o governador José Serra (PSDB) pela falta de diálogo com os professores grevistas da rede estadual e pelo confronto entre estes e policiais militares na semana passada.
O argumento utilizado pelo pedetista, que conclamou aos colegas a rejeitarem a moção, foi de que o Legislativo limeirense não poderia se indispor com instituição do governo do Estado, uma vez que a moção levaria a assinatura de toda a Mesa Diretora da Câmara. Disse, em resumo, que Limeira já não tem deputado para ajudar junto ao Estado, e que um posicionamento da Câmara com relação à postura de Serra seria prejudicial não só aos vereadores, mas à cidade.
É um argumento que você pode concordar ou não, mas, até então, que fundamentou-se no princípio de que a moção poderia trazer prejuízo à Limeira nas relações políticas com o Estado, o que, de fato, é plausível.
Mas Eliseu não parou por aí. Disse que Serra era um político de carreira limpa, e que não assaltou bancos como a outra candidata. Em seguida, descambou críticas ao PT, partido do atual presidente, dizendo que o cargo de tesoureiro desse partido deveria ser extinto. Ironizou Delúbio Soares.
Comentário do blog: A lógica de que é preciso manter relação de polidez com o governo do Estado para que Limeira não seja prejudicada não vale, concluo a partir das palavras de Eliseu, para o governo federal, que, aliás, assinou convênio em janeiro, durante a visita da "outra candidata", como disse Eliseu, no valor de R$ 42,9 milhões para obras de expansão do sistema de abastecimento de água e tratamento de esgoto de Limeira.
Ao defender a não-partidarização das reivindicações dos professores da rede estadual, o presidente do Legislativo limeirense elogiou um pré-candidato e ironizou a outra. Partidarizou o que pretendia não-partidarizar.
Eliseu tem o direito de ter opinião formada sobre o PT, Lula, Dilma, Serra, Apeoesp, Delúbio Soares e de expressá-la, mas, na opinião deste blog, errou ao usá-la na hora de defender uma posição do Legislativo limeirense.
* Retirada do site www.camaralimeira.sp.gov.br
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domingo, 28 de março de 2010
Partido de Félix terá a vice na chapa do PT em SP
Pelo andar da carruagem, o PDT, partido do prefeito Sílvio Félix, será o mais importante aliado do PT na disputa de outubro contra a hegemonia tucana no comando do Estado.
Se, de fato, o presidenciável Ciro Gomes não for dissuadido a desistir da briga pelo Planalto para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes, o PDT deve ficar com a vice na chapa que, ao que tudo indica, deverá ser encabeçada pelo senador Aloízio Mercadante, que disputou e perdeu a eleição para governador em 2006 para José Serra.
Será interessante avaliar o comportamento de Félix, que possui cargo na Executiva Estadual do partido, tendo de apoiar o PT, partido que lhe faz oposição ferrenha em âmbito municipal.
Se, de fato, o presidenciável Ciro Gomes não for dissuadido a desistir da briga pelo Planalto para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes, o PDT deve ficar com a vice na chapa que, ao que tudo indica, deverá ser encabeçada pelo senador Aloízio Mercadante, que disputou e perdeu a eleição para governador em 2006 para José Serra.
Será interessante avaliar o comportamento de Félix, que possui cargo na Executiva Estadual do partido, tendo de apoiar o PT, partido que lhe faz oposição ferrenha em âmbito municipal.
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