O diretório do PT em Limeira deverá definir, ainda nesta semana, um novo nome a ser lançado como pré-candidato do partido ao Edifício Prada.
Esta opção ficou definida em reunião no último sábado e praticamente sepulta a ideia do atual vice, Antônio Carlos Lima, lançar-se contra Paulo Hadich.
Lima sempre pensou em disputar a Câmara, mas é um "soldado" do partido e teve o nome indicado pela sigla na pesquisa da Gazeta/Limite. Tem 1,1% de intenção de voto e 7% de rejeição.
Lima era um dos últimos "figurões" cogitados pelo partido. Ronei Martins não quer disputar nada neste ano. Outro representante histórico da sigla, Wilson Cerqueira, vai tentar a reeleição na Câmara.
Na reunião de sábado, o PT reafirmou a ideia de lançar candidato próprio, desembarcando, ao menos no primeiro turno, do barco do prefeito Paulo Hadich. Alguns nomes foram sugeridos, mas os integrantes do diretório preferiram pensar mais uma semana e adiaram a escolha para o próximo sábado.
*Texto originalmente publicado em 20-6-16 no site Rápido no Ar
**Crédito da imagem: Gazeta de Limeira
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terça-feira, 21 de junho de 2016
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
O troco do PT em Nilton Santos
Na negociação para obter votos e conquistar a presidência da Câmara, Nilton Santos (PRB) precisou garantir o desalojamento do PT da Mesa Diretora.
E conseguiu.
Ocorre que, automaticamente, o PT e seus vereadores - Ronei Martins, Wilson Cerqueira, Érika Monteiro de Moraes e Aloízio Marinho - estão, agora, na oposição à Mesa Diretora.
E este é o novo tormento de Nilton.
Na primeira semana dos trabalhos, a sessão travou e foi preciso uma extraordinária para cumprir a pauta.
Aliás, por pouco a pauta não foi cumprida na íntegra na noite de ontem, onde a sessão prolongou-se, principalmente, em função da tática dos vereadores do PT de debaterem tudo - até mesmo a natureza filosófica do debate no Legislativo.
Na quarta, já não houve reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Aliás, o PT colocou dois vereadores de sua bancada na mais importante comissão do Legislativo.
Em determinado momento da sessão desta quinta-feira (29.jan.15), Nilton fez um desabafo, dizendo, entre outras palavras, que deixassem ele trabalhar e depois que julgassem seu trabalho.
Nilton pode esperar pelo pior, então.
Ao jogar o PT contra a parede, ele se esqueceu que a parede rebate.
E se volta contra Nilton.
* Crédito da imagem: PRB
E conseguiu.
Ocorre que, automaticamente, o PT e seus vereadores - Ronei Martins, Wilson Cerqueira, Érika Monteiro de Moraes e Aloízio Marinho - estão, agora, na oposição à Mesa Diretora.
E este é o novo tormento de Nilton.
Na primeira semana dos trabalhos, a sessão travou e foi preciso uma extraordinária para cumprir a pauta.
Aliás, por pouco a pauta não foi cumprida na íntegra na noite de ontem, onde a sessão prolongou-se, principalmente, em função da tática dos vereadores do PT de debaterem tudo - até mesmo a natureza filosófica do debate no Legislativo.
Na quarta, já não houve reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Aliás, o PT colocou dois vereadores de sua bancada na mais importante comissão do Legislativo.
Em determinado momento da sessão desta quinta-feira (29.jan.15), Nilton fez um desabafo, dizendo, entre outras palavras, que deixassem ele trabalhar e depois que julgassem seu trabalho.
Nilton pode esperar pelo pior, então.
Ao jogar o PT contra a parede, ele se esqueceu que a parede rebate.
E se volta contra Nilton.
* Crédito da imagem: PRB
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terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Como um ex-diretor do governo Félix dobrou a base de Hadich e despejou o PT da Mesa
* Vitória de Nilton sela noite de derrotas para o governo Hadich
* Dos 6 eleitos, só Jú Negão esteve na chapa vitoriosa de 2012
Ex-diretor de planejamento habitacional no governo de Silvio Félix, ex-angariador de votos para a campanha de Constância Félix e ex-apoiador de Lusenrique Quintal, o pastor Nilton Santos (PRB) falava em disputar a presidência da Câmara logo depois de sua eleição, com mais de 4 mil votos, em outubro de 2012.
Havia um porém, que se chamava Ronei Martins, detentor de históricos 12 mil votos e da mesma vontade nutrida pelo pastor.
Paciente, Nilton teve de ceder, mas não o fez sem levar nada em troca. Nas conversações, conseguiu se eleger como primeiro-secretário da Mesa Diretora.
Assim, esqueceu rapidamente o discurso de oposição e passou a compor com Hadich, votou favoravelmente a quase todas suas propostas e integrou a base governista nos últimos dois anos.
Com a impossibilidade de Ronei se reeleger, botou seu nome na praça novamente e costurou a articulação que o levou, na noite de ontem, à presidência do Legislativo.
Nilton procurou vereadores da oposição e ouviu acenos positivos à sua candidatura, desde que o PT, maior bancada da Câmara, ficasse fora da Câmara.
Hadich irritou-se com essa movimentação de Nilton e passou a incensar, para a disputa, o velho aliado Raul Nilsen Filho (PMDB) e Farid Zaine, ex-secretário de Félix que aderiu à base de Hadich desde o início da legislatura.
Farid não se interessou pelo cargo. Raul foi à luta.
Aí foi Nilton quem se irritou com a atitude de Hadich. O contra-ataque foi rápido. O pastor fez chegar à imprensa que poderia ressuscitar a CP contra Raul pelo episódio da dengue – na qual o ex-secretário de Saúde e Hadich estão com bens bloqueados pela Justiça no valor de R$ 1 milhão – e também a CPI das Consultorias, com alto potencial para atingir Mauro Zeuri, um dos pilares do governo Hadich.
A ameaça permaneceu no ar até o momento da votação.
Com o discurso de lutar pelas reivindicações dos vereadores e intensa negociação de cargos, Nilton obteve não só os votos da oposição como também o de vereadores da base de Hadich, como Dinho e Jú Negão, que ignoraram solenemente a resolução sem sal nem açúcar do PSB, partido de Hadich, que preferia Raul.
Um registro: dos seis cargos em votação na noite de ontem, cinco foram preenchidos por vereadores que não integraram a coligação vitoriosa de Hadich em 2012.
Apenas Jú Negão, do PSB, pertence à base original do prefeito, mas seu descontentamento com a administração é visível faz tempo e ele está longe de ser um soldadinho do prefeito.
Amarrados com Hadich, Érika Tank, Farid Zaine e Miguel Lombardi, futuro deputado federal, votaram 100% com o governo e perderam todas. (texto continua depois da imagem)
Desestruturada e enfraquecida politicamente, a base de Hadich sofreu outra derrota na noite de ontem, sendo obrigada a retirar da pauta o projeto de IPTU para chácaras de recreio.
A pressão dos chacareiros foi tanta que o líder do governo, Wilson Cerqueira, precisou tomar as rédeas e, em nome do governo, recuou.
Tudo sob a observação de Silvio Brito, ex-vereador que assistia a sessão após participar de muitas conversas nos últimos dias sobre a eleição, e diante do olhar sereno e indisfarçável de satisfação de Nilton Santos, presidente eleito da Câmara.
* Crédito da foto 1: ASCOM/PRB
* Crédito da foto 2: Carolina Pontes
* Dos 6 eleitos, só Jú Negão esteve na chapa vitoriosa de 2012
Ex-diretor de planejamento habitacional no governo de Silvio Félix, ex-angariador de votos para a campanha de Constância Félix e ex-apoiador de Lusenrique Quintal, o pastor Nilton Santos (PRB) falava em disputar a presidência da Câmara logo depois de sua eleição, com mais de 4 mil votos, em outubro de 2012.Havia um porém, que se chamava Ronei Martins, detentor de históricos 12 mil votos e da mesma vontade nutrida pelo pastor.
Paciente, Nilton teve de ceder, mas não o fez sem levar nada em troca. Nas conversações, conseguiu se eleger como primeiro-secretário da Mesa Diretora.
Assim, esqueceu rapidamente o discurso de oposição e passou a compor com Hadich, votou favoravelmente a quase todas suas propostas e integrou a base governista nos últimos dois anos.
Com a impossibilidade de Ronei se reeleger, botou seu nome na praça novamente e costurou a articulação que o levou, na noite de ontem, à presidência do Legislativo.
Nilton procurou vereadores da oposição e ouviu acenos positivos à sua candidatura, desde que o PT, maior bancada da Câmara, ficasse fora da Câmara.
Hadich irritou-se com essa movimentação de Nilton e passou a incensar, para a disputa, o velho aliado Raul Nilsen Filho (PMDB) e Farid Zaine, ex-secretário de Félix que aderiu à base de Hadich desde o início da legislatura.
Farid não se interessou pelo cargo. Raul foi à luta.
Aí foi Nilton quem se irritou com a atitude de Hadich. O contra-ataque foi rápido. O pastor fez chegar à imprensa que poderia ressuscitar a CP contra Raul pelo episódio da dengue – na qual o ex-secretário de Saúde e Hadich estão com bens bloqueados pela Justiça no valor de R$ 1 milhão – e também a CPI das Consultorias, com alto potencial para atingir Mauro Zeuri, um dos pilares do governo Hadich.
A ameaça permaneceu no ar até o momento da votação.
Com o discurso de lutar pelas reivindicações dos vereadores e intensa negociação de cargos, Nilton obteve não só os votos da oposição como também o de vereadores da base de Hadich, como Dinho e Jú Negão, que ignoraram solenemente a resolução sem sal nem açúcar do PSB, partido de Hadich, que preferia Raul.
Um registro: dos seis cargos em votação na noite de ontem, cinco foram preenchidos por vereadores que não integraram a coligação vitoriosa de Hadich em 2012.
Apenas Jú Negão, do PSB, pertence à base original do prefeito, mas seu descontentamento com a administração é visível faz tempo e ele está longe de ser um soldadinho do prefeito.
Amarrados com Hadich, Érika Tank, Farid Zaine e Miguel Lombardi, futuro deputado federal, votaram 100% com o governo e perderam todas. (texto continua depois da imagem)
A pressão dos chacareiros foi tanta que o líder do governo, Wilson Cerqueira, precisou tomar as rédeas e, em nome do governo, recuou.
Tudo sob a observação de Silvio Brito, ex-vereador que assistia a sessão após participar de muitas conversas nos últimos dias sobre a eleição, e diante do olhar sereno e indisfarçável de satisfação de Nilton Santos, presidente eleito da Câmara.
* Crédito da foto 1: ASCOM/PRB
* Crédito da foto 2: Carolina Pontes
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
12 de junho também é o Dia Municipal de Combate ao Trabalho Infantil
Desde o último dia 2, a Lei Municipal 5.415/14, de autoria do vereador Wilson Cerqueira (PT), passou a ter uma adequação em sua redação.
O texto original da Lei 5.406/14 incluía no calendário oficial de eventos limeirenses a comemoração do Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, celebrado anualmente em 12 de junho.
O termo "nacional" foi trocado por "municipal" na nova lei, aprovada pelos vereadores e sancionada pelo prefeito Paulo Hadich.
Vale lembrar que já há uma lei federal, a 11.542/2007 que instituiu a data em âmbito nacional.
O texto original da Lei 5.406/14 incluía no calendário oficial de eventos limeirenses a comemoração do Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, celebrado anualmente em 12 de junho.
O termo "nacional" foi trocado por "municipal" na nova lei, aprovada pelos vereadores e sancionada pelo prefeito Paulo Hadich.
Vale lembrar que já há uma lei federal, a 11.542/2007 que instituiu a data em âmbito nacional.
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