Uma moção protocolada nesta segunda-feira (9.fev.2015) pelo vereador Jorge de Freitas (Solidariedade) deve colocar mais pressão ao Executivo nas negociações que terá pela frente com o Sindicato dos Servidores Municipais (Sindsel).
A moção, a ser votada pelos vereadores, é de apoio ao sindicato pela "justa reivindicação" de 15% de aumento salarial para os servidores municipais que recebem o piso salarial.
Na Câmara, os vereadores, geralmente, não batem de frente com o Sindsel, que costuma levar muita plateia e botar pressão, tudo sob comando de Eunice Lopes, cujas divergências com o Executivo são de longa data.
* Crédito da imagem: Câmara Municipal de Limeira
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Encontro de militantes do PT irrita grupo oposicionista a Hadich
O grupo liderado por Osmar Lopes não participou do encontro de ontem da militância do PT e mostrou irritação com a situação.
Para eles, não é o PT que se reuniu, mas apenas uma parte do partido comprometido com o que chamam de "desgoverno de Limeira".
O bloco de Lopes e a esposa, Eunice, líder do sindicato dos servidores, rompeu com o governo Hadich por não considerá-lo democrático, nem popular e nem voltado às necessidades básicas da população.
Para este grupo, o encontro de ontem só tinha o objetivo de negociar questões para a eleição de 2016.
Há críticas sobre a falta de reuniões da executiva e do partido, o que seria, segundo eles, um desrespeito ao estatuto do PT.
O grupo tem integrantes na Executiva do PT de Limeira e da Coordenação da Militância de Esquerda Socialista.
* Trecho publicado originalmente na Gazeta de Limeira, edição de 13 de janeiro de 2015
Para eles, não é o PT que se reuniu, mas apenas uma parte do partido comprometido com o que chamam de "desgoverno de Limeira".
O bloco de Lopes e a esposa, Eunice, líder do sindicato dos servidores, rompeu com o governo Hadich por não considerá-lo democrático, nem popular e nem voltado às necessidades básicas da população.
Para este grupo, o encontro de ontem só tinha o objetivo de negociar questões para a eleição de 2016.
Há críticas sobre a falta de reuniões da executiva e do partido, o que seria, segundo eles, um desrespeito ao estatuto do PT.
O grupo tem integrantes na Executiva do PT de Limeira e da Coordenação da Militância de Esquerda Socialista.
* Trecho publicado originalmente na Gazeta de Limeira, edição de 13 de janeiro de 2015
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
"Previdência está sendo cuidada por raposa", diz presidente do sindicato dos servidores
A presidente do Sindicato dos Servidores de Limeira (Sindsel), Eunice Lopes, participou da Tribuna Livre da Câmara Municipal, na última semana, e não poupou críticas à atual gestão da Prefeitura de Limeira.
Inicialmente, Eunice informou ao público que o prefeito Paulo Hadich propôs, na mesa de negociação, repassar valores da Previdência aos servidores, o que não foi aceito pelo sindicato. Com a recusa, o Executivo, segundo ela, enviou um projeto aos vereadores diminuindo o repasse de dinheiro à Previdência e isto pode prejudicar os servidores.
Na sequência, Eunice lascou:
"Nossa galinha de ovos dourados, que é a Previdência, está sendo cuidada por raposa, precisava ter funcionários públicos de carreira que possa cuidar da nossa Previdência"
A íntegra do vídeo você assiste abaixo. A manifestação mais contundente sobre a Previdência está entre os minutos 2:20 e 2:40.
* Crédito da imagem: Câmara Municipal de Limeira
Inicialmente, Eunice informou ao público que o prefeito Paulo Hadich propôs, na mesa de negociação, repassar valores da Previdência aos servidores, o que não foi aceito pelo sindicato. Com a recusa, o Executivo, segundo ela, enviou um projeto aos vereadores diminuindo o repasse de dinheiro à Previdência e isto pode prejudicar os servidores.
Na sequência, Eunice lascou:
"Nossa galinha de ovos dourados, que é a Previdência, está sendo cuidada por raposa, precisava ter funcionários públicos de carreira que possa cuidar da nossa Previdência"
A íntegra do vídeo você assiste abaixo. A manifestação mais contundente sobre a Previdência está entre os minutos 2:20 e 2:40.
* Crédito da imagem: Câmara Municipal de Limeira
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sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Rompimento de grupo de Osmar com Hadich tem efeito mais simbólico do que prático
O rompimento da Militância de Esquerda Socialista do PT com o governo de Paulo Hadich (PSB) tem mais agitação do que consistência para provocar danos práticos ao grupo político que ocupa hoje o Edifício Prada.
Sejamos francos: o chamamento para entrega de cargos proposto pelo casal Lopes não vai dar em nada.
A aliança do PT com Hadich segue forte, por ora. Ela é garantida pelo grupo de Antônio Carlos Lima (PT).
Nenhum dos altos petistas que comandam secretarias vai deixar o governo para atender o chamado de Osmar e Eunice Lopes (na foto).
O grupo de Osmar, como se sabe, queria integrar o governo. Foi deixado de lado na composição.
A partir disso, houve o esperado descontentamento e o afastamento.
Até porque ninguém é capaz de negar que o grupo dos Lopes não tenha se engajado na eleição de Hadich. Engajou-se tanto que foi alvo de processo judicial que chegou a assustar.
Como dificilmente será atendido, o que pode perder Hadich?
Eunice dá as cartas no funcionalismo municipal. Pode engrossar, de novo, nas reivindicações no próximo ano e endurecer nos movimentos grevistas.
Em eventual tentativa de reeleição, o casal Lopes pode não se engajar. Haveria, pequena ou não, perda de militância nessa seara.
Por enquanto, a perda é mais simbólica do que efetiva. Simbólica porque não deixa de ser o segundo grupo ligado ao PT que mostra descontentamento com os rumos do governo que o partido integra.
Nos próximos dias, o vereador que lutou praticamente sozinho, pelo PT, na oposição no primeiro mandato de Silvio Félix, José Carlos Pinto Oliveira, vai se desfiliar da legenda. É consequência do já anunciado rompimento de grupos ligados ao Sindicato dos Metalúrgicos ao atual governo.
De perda em perda, simbólica ou não, Hadich pode até manter a aliança com o PT até o final do governo.
Mas ela terminará menor e menos engajada do que começou.
Sejamos francos: o chamamento para entrega de cargos proposto pelo casal Lopes não vai dar em nada.
A aliança do PT com Hadich segue forte, por ora. Ela é garantida pelo grupo de Antônio Carlos Lima (PT).
Nenhum dos altos petistas que comandam secretarias vai deixar o governo para atender o chamado de Osmar e Eunice Lopes (na foto).
O grupo de Osmar, como se sabe, queria integrar o governo. Foi deixado de lado na composição.
A partir disso, houve o esperado descontentamento e o afastamento.
Até porque ninguém é capaz de negar que o grupo dos Lopes não tenha se engajado na eleição de Hadich. Engajou-se tanto que foi alvo de processo judicial que chegou a assustar.
Como dificilmente será atendido, o que pode perder Hadich?
Eunice dá as cartas no funcionalismo municipal. Pode engrossar, de novo, nas reivindicações no próximo ano e endurecer nos movimentos grevistas.
Em eventual tentativa de reeleição, o casal Lopes pode não se engajar. Haveria, pequena ou não, perda de militância nessa seara.
Por enquanto, a perda é mais simbólica do que efetiva. Simbólica porque não deixa de ser o segundo grupo ligado ao PT que mostra descontentamento com os rumos do governo que o partido integra.
Nos próximos dias, o vereador que lutou praticamente sozinho, pelo PT, na oposição no primeiro mandato de Silvio Félix, José Carlos Pinto Oliveira, vai se desfiliar da legenda. É consequência do já anunciado rompimento de grupos ligados ao Sindicato dos Metalúrgicos ao atual governo.
De perda em perda, simbólica ou não, Hadich pode até manter a aliança com o PT até o final do governo.
Mas ela terminará menor e menos engajada do que começou.
Presidente do TRE nega recurso de Quintal contra absolvição de Hadich no caso Sindsel
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, desembargador Antônio Carlos Mathias Coltro, negou seguimento, no dia 3, ao recurso especial no qual Lusenrique Quintal tentou rediscutir o episódio do Sindsel, cuja decisão foi pela absolvição do prefeito Paulo Hadich, Antônio Carlos Lima, Osmar Lopes e Eunice Lopes.
Segundo o magistrado (na foto), o recurso não reunia as condições necessárias para prosperar, já que, para se chegar à conclusão oposta a dada - ausência de prova dos ilícitos imputados aos acusados -, seria necessário o reexame do contexto de fatos e provas do processo.
Ocorre que isso é providência vedada nesta altura dos autos, conforme estabelecido na súmula 7 do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A única saída de Quintal para tentar manter viva a possibilidade de cassar Hadich é o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) admitir o recurso e autorizar a subida do processo para Brasília.
É difícil.
Crédito da foto: TSE
Segundo o magistrado (na foto), o recurso não reunia as condições necessárias para prosperar, já que, para se chegar à conclusão oposta a dada - ausência de prova dos ilícitos imputados aos acusados -, seria necessário o reexame do contexto de fatos e provas do processo.
Ocorre que isso é providência vedada nesta altura dos autos, conforme estabelecido na súmula 7 do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A única saída de Quintal para tentar manter viva a possibilidade de cassar Hadich é o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) admitir o recurso e autorizar a subida do processo para Brasília.
É difícil.
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