Clóvis Basílio dos Santos, o ator pornô conhecido como Kid Bengala, não teve o crescimento esperado (?) nas urnas para abraçar uma cadeira na Assembleia Legislativa.
Levou 1.106 votos pelo PTB.
Limeira não o esqueceu.
Deu-lhe (cuidado com a mente suja) 4 votos.
O que ele faria pela cidade é uma incógnita que só seus eleitores poderiam responder.
Crédito da foto: UOL
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terça-feira, 7 de outubro de 2014
Assistente de Ratinho levou votos na cidade
Vereador na capital paulista, Marco Antonio Ricciardelli, o Marquito (PTB), tentou, sem sucesso, uma cadeira na Assembleia Legislativa.
Sobrinho do apresentador Raul Gil e assistente de palco de Ratinho, ele recebeu, ao todo, 15.703 votos, menos do que teve em 2012, quando elegeu-se vereador em São Paulo com o slogan "Esquisito por esquisito, vote no Marquito".
Destes votos, 42 deles foram dados por eleitores de Limeira, sendo o 100º candidato a deputado estadual mais votado.
Sobrinho do apresentador Raul Gil e assistente de palco de Ratinho, ele recebeu, ao todo, 15.703 votos, menos do que teve em 2012, quando elegeu-se vereador em São Paulo com o slogan "Esquisito por esquisito, vote no Marquito".
Destes votos, 42 deles foram dados por eleitores de Limeira, sendo o 100º candidato a deputado estadual mais votado.
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
Lei eleitoral virou desculpa para tudo na Câmara de Limeira
Adorada pelo público feminino e dona de uma trajetória de sucesso frente à Delegacia da Defesa da Mulher (DDM), onde foi delegada titular por muitos anos, Nilce Segalla, vereadora pelo PTB e candidata a deputado federal, pisou na bola na última sexta, quando era para se mostrar à frente dos trabalhos da Corregedoria da Câmara Municipal.
A jornalista Bruna Lencioni assim relatou a ausência de Nilce nas explicações do caso Dr. Raul:
"A vereadora justificou que não foi à entrevista coletiva por motivo de instabilidade jurídica diante da Justiça Eleitoral, porque é candidata a deputado federal, portanto, temeu infringir a legislação".
A legislação eleitoral, agora, virou desculpa para tudo - foi o principal motivo para suspender as transmissões da sessão da Câmara pelo rádio/internet.
Nilce tinha de temê-la, de fato, se aproveitasse a coletiva, marcada para falar de um caso exclusivo da Corregedoria, e pedisse voto, o que seria, do ponto de vista racional, impensável e pouco inteligente.
E, ao que consta, na mesma semana, ela havia comparecido à sessão da Câmara, onde, naturalmente, também estava exposta.
Para exercer seu papel de vereadora, e provavelmente reforçar a bancada governista no Legislativo nas votações, ela não teve medo da legislação.
Foi ter medo quando tinha de dar explicações sobre uma denúncia que envolve um colega de bancada, quando iria desempenhar uma atribuição dada a ela enquanto integrante da Câmara.
Fica a sugestão ao advogado da Câmara, Luís Fernando Lencioni, que se preocupou tanto em orientar juridicamente os vereadores na CPI do Fantasma, de dar um cursinho aos vereadores sobre lei eleitoral.
Dizer a eles que os vereadores candidatos podem muito bem continuar trabalhando como vereadores (continuam recebendo para isso), sem fazer disso palanque eleitoral.
A jornalista Bruna Lencioni assim relatou a ausência de Nilce nas explicações do caso Dr. Raul:
"A vereadora justificou que não foi à entrevista coletiva por motivo de instabilidade jurídica diante da Justiça Eleitoral, porque é candidata a deputado federal, portanto, temeu infringir a legislação".
A legislação eleitoral, agora, virou desculpa para tudo - foi o principal motivo para suspender as transmissões da sessão da Câmara pelo rádio/internet.
Nilce tinha de temê-la, de fato, se aproveitasse a coletiva, marcada para falar de um caso exclusivo da Corregedoria, e pedisse voto, o que seria, do ponto de vista racional, impensável e pouco inteligente.
E, ao que consta, na mesma semana, ela havia comparecido à sessão da Câmara, onde, naturalmente, também estava exposta.
Para exercer seu papel de vereadora, e provavelmente reforçar a bancada governista no Legislativo nas votações, ela não teve medo da legislação.
Foi ter medo quando tinha de dar explicações sobre uma denúncia que envolve um colega de bancada, quando iria desempenhar uma atribuição dada a ela enquanto integrante da Câmara.
Fica a sugestão ao advogado da Câmara, Luís Fernando Lencioni, que se preocupou tanto em orientar juridicamente os vereadores na CPI do Fantasma, de dar um cursinho aos vereadores sobre lei eleitoral.
Dizer a eles que os vereadores candidatos podem muito bem continuar trabalhando como vereadores (continuam recebendo para isso), sem fazer disso palanque eleitoral.
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domingo, 14 de fevereiro de 2010
Eterna foliã de carnavais, Elza Tank dança, mas no TRE
A vereadora Elza Tank (PTB), participante ativa dos carnavais antigos de Limeira, dançou neste ano - e não foi samba - não nas ruas, mas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Na última terça-feira, os ministros do plenário do TCE seguiram o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE-SP) e desaprovaram as contas da campanha da petebista referentes ao ano de 2006, quando ela disputou uma vaga para deputada.
O acórdão será divulgado nos próximos dias. Cabe recurso à decisão.
Na última terça-feira, os ministros do plenário do TCE seguiram o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE-SP) e desaprovaram as contas da campanha da petebista referentes ao ano de 2006, quando ela disputou uma vaga para deputada.
O acórdão será divulgado nos próximos dias. Cabe recurso à decisão.
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Contas de Elza vão a julgamento na terça no TRE
Está marcado para o dia 9, próxima terça-feira, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) o julgamento das contas de Elza Tank (PTB) referentes à sua campanha a deputada em 2006. O MPE deu parecer pela desaprovação.
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