Se na eleição de 2012 o então vereador Paulo Hadich apostou numa aliança pequena, mas com siglas decisivas e de grande porte, para chegar ao Edifício Prada, na corrida pela eleição o hoje prefeito deve mudar a tática e pode formar uma coalização com 9 partidos, de médio e pequeno porte.
Sem o PMDB, que se aliou ao PSDB, e o PC do B, hoje no grupo de Silvio Félix, Hadich acompanha as discussões internas do PT - que ainda acalenta lançar candidato próprio. Enquanto isso, ele avançou acordos com outras siglas de menor porte.
O grupo de Hadich tem sob domínio o PTC, comandado pelo atual diretor de trânsito Wesley Cordaço; o PP, tomado do grupo de Rodrigo Oliveira, e o Solidariedade, última adesão feita em cima de aliados de Félix, além do PRP.
Estão avançadas as conversas com o PSC, liderado pelo vereador Sidney Pascotto, o Lemão da Jeová Rafá, que sempre integrou a base aliada de Hadich na Câmara, e o PPS, de Ítalo Ponzo, ex-supersecretário do governo Félix, onde acumulou pastas importantes, como Planejamento e Transportes. A principal liderança política do PPS hoje é a vereadora Mayra Costa.
O PR, de Miguel Lombardi, com vários indicados já trabalhando no Edifício Prada, tem tudo para indicar o vice de Hadich na chapa.
Também há uma aproximação com o PV, hoje comandado pelo médico Joaquim Raposo, que se coloca como pré-candidato a prefeito.
Representantes desses partidos compareceram à festa de aniversário de Hadich na última sexta-feira (10/6), no Spazio di Roma.
* Texto publicado originalmente no dia 11-6-16 no site Rápido No Ar
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segunda-feira, 13 de junho de 2016
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Fusões podem aliar Hadich a ex-supersecretário de Félix, e Dr.Júlio a sindicalista
As fusões de agremiações partidárias que ocorrem no plano nacional, ainda em fases embrionárias, podem unir políticos limeirenses que, há pouco tempo, trilharam caminhos opostos.
Nesta quarta-feira (29.abr.15), o PSB e o PPS anunciaram que estudam a fusão das siglas, com a manutenção do nome de PSB ao futuro partido.
Em Limeira, o PSB é liderado pelo prefeito Paulo Hadich e o PPS, por Ítalo Ponzo, o ex-supersecretário do governo de Silvio Félix, a quem Hadich tem ojeriza.
O PPS de Ítalo esteve, em 2012, com Eliseu Daniel (DEM), mas neste ano sinalizou uma proximidade com o governo Hadich.
Prova disso foi a presença do próprio Ítalo na posse de Bruno Bortolan, radialista da Educadora AM, na superintendência do Instituto de Previdência Municipal (IPML) nesta semana, no Edifício Prada. A vereador Mayra Costa, também do PPS, está mais receptiva às iniciativas de Hadich desde o início do ano.
Outros partidos que estudam uma união são o DEM e o PTB.
O DEM é liderado pelo médico e vereador Dr.Júlio, que apoiou Eliseu Daniel em 2012 e segue próximo do advogado, hoje filiado ao PSDB.
Já o PTB tem o comando de Juarez Fabris, que, em 2012, lançou Kléber Leite como candidato a prefeito. O PTB tem, também, Benedito Barbosa, um dos líderes da União Sindical de Limeira, com fortes pretensões políticas.
Tanto o combo PSB-PPS quanto DEM-PTB desejam finalizar as fusões até outubro, para que possam valer para as eleições municipais de 2016. Mas, principalmente entre demistas e petebistas, há muitas resistências às propostas.
Nesta quarta-feira (29.abr.15), o PSB e o PPS anunciaram que estudam a fusão das siglas, com a manutenção do nome de PSB ao futuro partido.
Em Limeira, o PSB é liderado pelo prefeito Paulo Hadich e o PPS, por Ítalo Ponzo, o ex-supersecretário do governo de Silvio Félix, a quem Hadich tem ojeriza.
O PPS de Ítalo esteve, em 2012, com Eliseu Daniel (DEM), mas neste ano sinalizou uma proximidade com o governo Hadich.
Prova disso foi a presença do próprio Ítalo na posse de Bruno Bortolan, radialista da Educadora AM, na superintendência do Instituto de Previdência Municipal (IPML) nesta semana, no Edifício Prada. A vereador Mayra Costa, também do PPS, está mais receptiva às iniciativas de Hadich desde o início do ano.
Outros partidos que estudam uma união são o DEM e o PTB.
O DEM é liderado pelo médico e vereador Dr.Júlio, que apoiou Eliseu Daniel em 2012 e segue próximo do advogado, hoje filiado ao PSDB.
Já o PTB tem o comando de Juarez Fabris, que, em 2012, lançou Kléber Leite como candidato a prefeito. O PTB tem, também, Benedito Barbosa, um dos líderes da União Sindical de Limeira, com fortes pretensões políticas.
Tanto o combo PSB-PPS quanto DEM-PTB desejam finalizar as fusões até outubro, para que possam valer para as eleições municipais de 2016. Mas, principalmente entre demistas e petebistas, há muitas resistências às propostas.
terça-feira, 14 de abril de 2015
Tiro no pé da Câmara de Limeira é lição pedagógica
Apenas 9 dias depois de aprová-lo e depois de duas sessões tumultuadas, sendo que uma foi encerrada até de forma prematura, a Câmara Municipal decidiu desistir do aumento salarial de 103% aos vereadores a partir da legislatura de 2017.
A reação popular ao reajuste, que contou com o apoio da bancada do PT, impulsionou o recuo por parte da Mesa Diretora.
O aumento esmoreceu logo após uma vereadora, Mayra Costa, se dizer arrependida de ter votado. Farid Zaine, outro que havia aprovado, indicou que as coisas não deveriam ter sido feitas daquela forma.
Com Zé da Mix cabisbaixo, tal como menino repreendido pela mãe e sem poder de argumentar, Nilton acabou ficando sozinho na luta.
O castelo de cartas começou a ruir ontem com a adesão de vereadores à ideia de revogação. O projeto ganhou corpo e ficou maior do que Nilton.
Embora acuse o PT de fazer palanque político, Nilton é o maior derrotado de toda a situação, pois foi o único a enfrentar o desgaste de forma frontal.
Mayra e Zé da Mix também se encolhem um pouco com a crise, a primeira por assumir que não sabia o índice que estava sendo votado (inadmissível para uma vereadora de seu nível), e o segundo por ficar simplesmente emudecido depois do voto pró-aumento.
A maior lição, porém, ficou para os todos os vereadores inicialmente favoráveis ao aumento salarial abusivo: na conjuntura atual, é melhor pensar três vezes antes de propor benefícios em momentos inapropriados.
Porque, se é que não perceberam, a sociedade está muito cansada de bancar a conta.
E receber pouco em serviços públicos com qualidade em troca.
* Crédito da foto: Érica Samara da Silva/Gazeta de Limeira
A reação popular ao reajuste, que contou com o apoio da bancada do PT, impulsionou o recuo por parte da Mesa Diretora.
O aumento esmoreceu logo após uma vereadora, Mayra Costa, se dizer arrependida de ter votado. Farid Zaine, outro que havia aprovado, indicou que as coisas não deveriam ter sido feitas daquela forma.
Com Zé da Mix cabisbaixo, tal como menino repreendido pela mãe e sem poder de argumentar, Nilton acabou ficando sozinho na luta.
O castelo de cartas começou a ruir ontem com a adesão de vereadores à ideia de revogação. O projeto ganhou corpo e ficou maior do que Nilton.
Embora acuse o PT de fazer palanque político, Nilton é o maior derrotado de toda a situação, pois foi o único a enfrentar o desgaste de forma frontal.
Mayra e Zé da Mix também se encolhem um pouco com a crise, a primeira por assumir que não sabia o índice que estava sendo votado (inadmissível para uma vereadora de seu nível), e o segundo por ficar simplesmente emudecido depois do voto pró-aumento.
A maior lição, porém, ficou para os todos os vereadores inicialmente favoráveis ao aumento salarial abusivo: na conjuntura atual, é melhor pensar três vezes antes de propor benefícios em momentos inapropriados.
Porque, se é que não perceberam, a sociedade está muito cansada de bancar a conta.
E receber pouco em serviços públicos com qualidade em troca.
* Crédito da foto: Érica Samara da Silva/Gazeta de Limeira
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sexta-feira, 6 de março de 2015
Esforço do Prada para desidratar CPI da Dengue tem êxito
Mais de uma semana após sua instalação, a CPI da Dengue produziu, até agora, somente um ruído no Facebook entre os vereadores Ronei Martins e Totó do Gás.
Enquanto isso, Mayra Costa (PPS), agora integrante de bloco governista, levou o secretário da Saúde, Luiz Antônio da Silva, para falar sobre o assunto, em esforço que teve o apoio do Edifício Prada, servindo para estimular a tese de que a CPI não era necessária.
A CPI da Dengue terá no comando dois vereadores que não tiveram interesse em criar a CPI. Se não tiveram o interesse de investigar, qual o interesse em ocupar a presidência e a relatoria?
Mal começou e o vereador José Roberto Bernardo (PSD), Zé da Mix, já fala em apresentar relatório paralelo.
A tática do Edifício Prada de desidratar a CPI da Dengue vai de vento em popa, e com sucesso.
Enquanto isso, Mayra Costa (PPS), agora integrante de bloco governista, levou o secretário da Saúde, Luiz Antônio da Silva, para falar sobre o assunto, em esforço que teve o apoio do Edifício Prada, servindo para estimular a tese de que a CPI não era necessária.
A CPI da Dengue terá no comando dois vereadores que não tiveram interesse em criar a CPI. Se não tiveram o interesse de investigar, qual o interesse em ocupar a presidência e a relatoria?
Mal começou e o vereador José Roberto Bernardo (PSD), Zé da Mix, já fala em apresentar relatório paralelo.
A tática do Edifício Prada de desidratar a CPI da Dengue vai de vento em popa, e com sucesso.
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quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Entrevistas de Tigrão serão pedidas por Comissão de Ética da Câmara
Ocorreu nesta quarta-feira (29/10) a primeira reunião da Comissão de Ética Parlamentar que vai apurar a conduta do vereador André Henrique da Silva (PMDB), o Tigrão.
A pauta: procedimentos e calendário das próximas reuniões.
Na terça (4/11), a comissão fará os primeiros pedidos, entre eles as gravações citadas pelo corregedor José Eduardo Monteiro Júnior (PSB), o Jú Negão, com entrevistas polêmicas e contraditórias de Tigrão.
O destino de Tigrão passará pela avaliação inicial de três mulheres. A comissão é presidida por Érika Monteiro (PT) e ainda tem Erika Tank (Pros) e Dra. Mayra Costa (PPS) como integrantes.
A pauta: procedimentos e calendário das próximas reuniões.
Na terça (4/11), a comissão fará os primeiros pedidos, entre eles as gravações citadas pelo corregedor José Eduardo Monteiro Júnior (PSB), o Jú Negão, com entrevistas polêmicas e contraditórias de Tigrão.
O destino de Tigrão passará pela avaliação inicial de três mulheres. A comissão é presidida por Érika Monteiro (PT) e ainda tem Erika Tank (Pros) e Dra. Mayra Costa (PPS) como integrantes.
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