Diante de vários usuários, indignados, da linha 105 (Nossa Senhora das Dores-Shopping), o cobrador da Viação Limeirense tentava explicar na semana passada, sem parecer irônico, as mudanças que estão previstas para o trajeto. "Um veículo será retirado para servir outra linha". Os passageiros começaram a fazer contas. Se hoje o ônibus demora 40 minutos para passar no ponto, com menos veículos esse tempo subirá para 50 minutos, uma hora. Suficiente para, de carro, fazer o trajeto do município a Campinas.
As mudanças que estão acontecendo no transporte coletivo de Limeira arrastam-se de uma maneira inconcebível para milhares de pessoas que dependem diariamente desse serviço. Leia mais no blog da coluna Prisma.
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
Aproximação urgente e necessária
Duas reportagens publicadas pela Gazeta nos últimos 20 dias dão uma dimensão verídica do que a criminalidade em Limeira anda causando aos cidadãos contribuintes. No Parque Nossa Senhora das Dores e no Jardim Anhangüera, a sensação predominante é de medo – neste último caso, há desejo por parte de moradores de terem armas próprias em suas casas para amenizar o sentimento de insegurança.
As ações criminosas, nos dois bairros, giram em torno dos entorpecentes – roubos e furtos se tornam rotineiros para possibilitar a aquisição de drogas. A comercialização ilícita se dá ao ar livre, em frente às casas, e acaba gerando situação inadmissível: pessoas com medo de saírem de suas casas e que ficam com a impressão de viverem numa "prisão domiciliar". Leia mais no blog da coluna Prisma.
As ações criminosas, nos dois bairros, giram em torno dos entorpecentes – roubos e furtos se tornam rotineiros para possibilitar a aquisição de drogas. A comercialização ilícita se dá ao ar livre, em frente às casas, e acaba gerando situação inadmissível: pessoas com medo de saírem de suas casas e que ficam com a impressão de viverem numa "prisão domiciliar". Leia mais no blog da coluna Prisma.
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Prefeitura assinou convênio com Humanitária sem aprovação prévia de plano de trabalho da entidade, aponta TCE
A Prefeitura de Limeira não avaliou previamente nem aprovou o plano de trabalho da Sociedade Operária Humanitária para implantação e execução de atendimentos a urgência no Pronto Atendimento 24 horas do Parque Nossa Senhora das Dores, previsto no contrato firmado em 28 de dezembro de 2007, no valor de R$ 1,080 milhão.
O detalhe foi apontado em auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Além da não-aprovação, técnicos identificaram que não foi demonstrado que as despesas não afetariam as metas de resultado primário e nominal previstas no Anexo de Metas Fiscais da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
A Prefeitura justificou dizendo que aprovou o plano de trabalho apresentado pela Humanitária ao assinar o convênio, autorizado por lei municipal. Apresentou declaração da Diretoria de Planejamento Orçamentário garantindo que o valor repassado à entidade estava previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) e que não afetaria as Metas de Resultados Fiscais.
A Assessoria Técnica do TCE acatou a justificativa do impacto das despesas, pois entendeu que as metas não foram afetadas, e relevou a falta de aprovação por ficar "patenteada a ausência de prejuízo" à Administração.
O conselheiro Cláudio Ferraz Alvarenga lembrou que, pela Lei de Licitações, a celebração de convênio depende de prévia aprovação de plano de trabalho. "No caso vertente, não foi observado pela Prefeitura de Limeira", escreveu.
Apesar do apontamento, o conselheiro relevou, mas salientou que a aplicação dos recursos será oportunamente examinada nos autos da prestação de contas do convênio. No último dia 9, o TCE julgou regular o contrato.
O detalhe foi apontado em auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Além da não-aprovação, técnicos identificaram que não foi demonstrado que as despesas não afetariam as metas de resultado primário e nominal previstas no Anexo de Metas Fiscais da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
A Prefeitura justificou dizendo que aprovou o plano de trabalho apresentado pela Humanitária ao assinar o convênio, autorizado por lei municipal. Apresentou declaração da Diretoria de Planejamento Orçamentário garantindo que o valor repassado à entidade estava previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) e que não afetaria as Metas de Resultados Fiscais.
A Assessoria Técnica do TCE acatou a justificativa do impacto das despesas, pois entendeu que as metas não foram afetadas, e relevou a falta de aprovação por ficar "patenteada a ausência de prejuízo" à Administração.
O conselheiro Cláudio Ferraz Alvarenga lembrou que, pela Lei de Licitações, a celebração de convênio depende de prévia aprovação de plano de trabalho. "No caso vertente, não foi observado pela Prefeitura de Limeira", escreveu.
Apesar do apontamento, o conselheiro relevou, mas salientou que a aplicação dos recursos será oportunamente examinada nos autos da prestação de contas do convênio. No último dia 9, o TCE julgou regular o contrato.
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