Era de se esperar.
O Fórum Empresarial, iniciativa de Félix para ressuscitar o fracassado "Limeira 2020", esfriou com a entrada do ano eleitoral.
As lideranças assumiram o compromisso de apresentar a cada três meses os resultados das propostas de melhoria para o desenvolvimento.
O último encontro ocorreu, se não me engana a memória, em setembro ou outubro do ano passado.
Portando, passou da hora de mostrar os resultados a sociedade.
A demora em um novo encontro, parece-me, mais um exemplo de que nada avançou, nada de algum resultado concreto para apresentar.
Uma pena, mais uma vez. A idéia era muito boa para ser desperdiçada.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Do desenvolvimento econômico
O número de novos postos de trabalho cresceu 5,8% no primeiro trimestre de 2008, quando comparado com o mesmo período do ano passado.
Apesar de Limeira passar longe de posições destacadas no ranking do Ministério do Trabalho, os dados do município neste começo de ano já são melhores que 2007, segundo melhor desempenho da cidade na década.
Ainda acho que Limeira está criando empregos mais em conseqüência do crescimento da economia como um todo que fruto de planejamento. Vale lembrar que a atual administração fechará o ciclo de quatro anos sem alavancar um distrito industrial pra contar histórias.
O Parque Tecnológico, em parceria com a Unicamp, não tem prazo para ser implementado.
Com isso, vivemos da esperança de aumento de investimentos das empresas que aqui estão instaladas, como Ajinomoto, ArvinMeritor e TRW.
É pouco para um município que já foi referência econômica no passado. Hoje, sem dúvida, Limeira parou no tempo. O que não ocorreu com as demais cidades.
Veja os premiados pelo Dia do Empreendedor: são sempre os mesmos. Ajinomoto, ArvinMeritor e TRW.
Na área de desenvolvimento econômico, Limeira precisa de mais ações que palavras.
Apesar de Limeira passar longe de posições destacadas no ranking do Ministério do Trabalho, os dados do município neste começo de ano já são melhores que 2007, segundo melhor desempenho da cidade na década.
Ainda acho que Limeira está criando empregos mais em conseqüência do crescimento da economia como um todo que fruto de planejamento. Vale lembrar que a atual administração fechará o ciclo de quatro anos sem alavancar um distrito industrial pra contar histórias.
O Parque Tecnológico, em parceria com a Unicamp, não tem prazo para ser implementado.
Com isso, vivemos da esperança de aumento de investimentos das empresas que aqui estão instaladas, como Ajinomoto, ArvinMeritor e TRW.
É pouco para um município que já foi referência econômica no passado. Hoje, sem dúvida, Limeira parou no tempo. O que não ocorreu com as demais cidades.
Veja os premiados pelo Dia do Empreendedor: são sempre os mesmos. Ajinomoto, ArvinMeritor e TRW.
Na área de desenvolvimento econômico, Limeira precisa de mais ações que palavras.
Perspectiva otimista
Um estudo do Instituto de Economia Agrícola (IEA), órgão ligado ao Estado, mostra que a região de Limeira é a segunda mais mecanizada na colheita da cana-de-açúcar em São Paulo, com índice de 62%, atrás apenas de Orlândia.
Segundo o instituto, nossa região deve atingir facilmente o protocolo agroambiental que prevê a eliminação das queimadas até 2014. Será uma das primeiros a cumpri-lo.
Uma lei municipal proibiu a queimada nos últimos anos, o que foi um avanço. Mas volta e meia o município sofria com os efeitos das queimadas das cidades vizinhas. A pesquisa do IEA indica uma perspectiva otimista para um futuro não muito distante.
Segundo o instituto, nossa região deve atingir facilmente o protocolo agroambiental que prevê a eliminação das queimadas até 2014. Será uma das primeiros a cumpri-lo.
Uma lei municipal proibiu a queimada nos últimos anos, o que foi um avanço. Mas volta e meia o município sofria com os efeitos das queimadas das cidades vizinhas. A pesquisa do IEA indica uma perspectiva otimista para um futuro não muito distante.
De quem é o filho?
Félix irritou-se com a revelação feita por este blogueiro de que Limeira despencou 37 posições no ranking nacional do ensino médio, elaborado a partir das notas do Enem nos últimos dois anos.
Segundo ele, esses alunos de hoje são os que fizeram o ensino fundamental na época dos ex-prefeitos Pedrinho Kühl e José Carlos Pejon, e não no governo dele.
Nesse caso, é válido dizer que os estudantes de 5ª a 8ª série do ensino fundamental que ficaram com o melhor desempenho nacional em 2005 numa "simulação" de notas feita pelo MEC – tanto propalado por Félix como o exemplo de que esta cidade tem futuro – também não fizeram o ensino de 1ª a 4ª série em seu governo, e sim na época em que os tucanos administravam o município.
Segundo ele, esses alunos de hoje são os que fizeram o ensino fundamental na época dos ex-prefeitos Pedrinho Kühl e José Carlos Pejon, e não no governo dele.
Nesse caso, é válido dizer que os estudantes de 5ª a 8ª série do ensino fundamental que ficaram com o melhor desempenho nacional em 2005 numa "simulação" de notas feita pelo MEC – tanto propalado por Félix como o exemplo de que esta cidade tem futuro – também não fizeram o ensino de 1ª a 4ª série em seu governo, e sim na época em que os tucanos administravam o município.
Legitimação do erro
Em tempo: o primeiro TAC assinado pelo MP do Trabalho com a Prefeitura, datado de 2003, desmontou duas ações que a Promotoria da Cidadania preparava contra os ex-prefeitos Pedrinho Kühl e José Carlos Pejon.
O acordo legitimou as irregularidades ao dar um prazo para a Prefeitura se adequar às exigências.
Auditoria de risco
Em breve, a procuradora do Trabalho, Cláudia Marques de Oliveira, fará uma diligência na Prefeitura para uma "varrição" nas suspeitas de irregularidades na contratação de trabalhadores sem concurso público.
Há muito, a procuradora não vem gostando da demora da Prefeitura em fornecer as informações pedidas.
E desde que um termo foi firmado em dezembro de 2006 pipocam denúncias de contratação irregular e de não atendimento ao compromisso que, diga-se de passagem, foi assinado pelo próprio prefeito Sílvio Félix.
Nepotismo, cargos de comissão ocupados indevidamente, contratação emergencial injustificável, são alguns exemplos que devem ser averiguados "in loco" pelo MPT na Prefeitura.
Se comprovado o descumprimento do TAC, a Prefeitura terá de pagar uma multa salgada: R$ 5 mil por dia. É esperar pra ver...
Há muito, a procuradora não vem gostando da demora da Prefeitura em fornecer as informações pedidas.
E desde que um termo foi firmado em dezembro de 2006 pipocam denúncias de contratação irregular e de não atendimento ao compromisso que, diga-se de passagem, foi assinado pelo próprio prefeito Sílvio Félix.
Nepotismo, cargos de comissão ocupados indevidamente, contratação emergencial injustificável, são alguns exemplos que devem ser averiguados "in loco" pelo MPT na Prefeitura.
Se comprovado o descumprimento do TAC, a Prefeitura terá de pagar uma multa salgada: R$ 5 mil por dia. É esperar pra ver...
Análise
A pesquisa de intenções de voto publicada neste domingo, 20, pela Gazeta, mostra Félix numa dianteira tranqüila na corrida eleitoral de outubro.
Os 41% dão-lhe folgada vantagem contra os principais adversários. Mostra também que os escândalos das apostilas e da merenda não são páreos para influir no voto dos limeirenses tanto quanto as sucessivas obras que vem implementando.
Félix só terá a reeleição ameaçada se a oposição unir-se em torno de um nome. E olhe lá.
Quintal está com as contas da campanha de 2004 rejeitadas pelo TRE, o que em tese ainda lhe ameaça a candidatura.
Pejon enfraqueceu-se politicamente ao ser salvo pelo time de Félix no Legislativo.
Cortez ainda não tem projeções de voto parecidas com o resultado de sua última tentativa para deputado.
O PT de Limeira, ao que tudo indica, deve ser novamente coadjuvante.
Os 41% dão-lhe folgada vantagem contra os principais adversários. Mostra também que os escândalos das apostilas e da merenda não são páreos para influir no voto dos limeirenses tanto quanto as sucessivas obras que vem implementando.
Félix só terá a reeleição ameaçada se a oposição unir-se em torno de um nome. E olhe lá.
Quintal está com as contas da campanha de 2004 rejeitadas pelo TRE, o que em tese ainda lhe ameaça a candidatura.
Pejon enfraqueceu-se politicamente ao ser salvo pelo time de Félix no Legislativo.
Cortez ainda não tem projeções de voto parecidas com o resultado de sua última tentativa para deputado.
O PT de Limeira, ao que tudo indica, deve ser novamente coadjuvante.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Uns versos
Posto que o tempo, edênico e escatológico construtor do regresso
Dissolvido no cerne do espaço, contrapeso da efêmera ampulheta existencial
Cura na fonte mneumônica, orla do portal-Futuro.
A liberdade envia seus anjos e nos incita a dançar rente a falésia
E você vai ficando mais velho a cada dia que passa
Dissolvido no cerne do espaço, contrapeso da efêmera ampulheta existencial
Cura na fonte mneumônica, orla do portal-Futuro.
A liberdade envia seus anjos e nos incita a dançar rente a falésia
E você vai ficando mais velho a cada dia que passa
PIB nada político
O crescimento do PIB limeirense de 8% em 2005, em relação a 2004, deu ao município 8 posições no ranking nacional. Entretanto, na região, as demais cidades tiveram índice superior de crescimento, o que não tira o mérito do desempenho de Limeira.
A bola da vez é o setor de serviços, que aumentou sua participação no PIB de 46% para 49%. Já a indústria se estagnou e cresceu apenas 0,2%. Para 2006, a perspectiva é a mesma, segundo entidades empresariais.
A divulgação do PIB municipal é um parâmetro econômico, mas que não tem o mesmo impacto político do nacional. Ao fim do 3º ano de seu mandato, Félix conheceu o resultado de seu primeiro. O espaçamento de dois anos do IBGE reduz esse impacto.
A bola da vez é o setor de serviços, que aumentou sua participação no PIB de 46% para 49%. Já a indústria se estagnou e cresceu apenas 0,2%. Para 2006, a perspectiva é a mesma, segundo entidades empresariais.
A divulgação do PIB municipal é um parâmetro econômico, mas que não tem o mesmo impacto político do nacional. Ao fim do 3º ano de seu mandato, Félix conheceu o resultado de seu primeiro. O espaçamento de dois anos do IBGE reduz esse impacto.
Conexão suspeita
O Ministério Público (MP) acredita firmemente na hipótese de descobrir algo grave na Prefeitura ao aprofundar as investigações da apostila escolar. Se houver alguma conexão com o caso da merenda, como suspeita o Gaerco, a responsabilidade da atuação dos vereadores na CPI será maior.
domingo, 30 de dezembro de 2007
Sem crédito
O bispo Dom Vílson Dias de Oliveira perdeu crédito com o governo Félix pelas recentes declarações em favor do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Integrantes do alto escalão até debocham do posicionamento de Dom Vílson.
Almir errou feio
Vereador e presidente da CPI das Apostilas, Almir Pedro dos Santos (PSDB) achou que, por ser o primeiro encontro, nada de importante seria discutido que merecesse a presença da imprensa à reunião.
Errou feio. No País em que as sessões de CPI no Congresso Nacional são televisionadas e exibidas exaustivamente pela grande imprensa, Almir pensou pequeno e agiu de forma intolerante, não só com os jornalistas, mas com toda a população limeirense, que tem o direito de saber o que se passa na Câmara, ainda mais quando o que se investiga é dinheiro público.
Seu pedido de desculpas é legítimo e digno, mas não bastou para sofrer um desgaste. Desnecessário e bobo, por sinal.
Errou feio. No País em que as sessões de CPI no Congresso Nacional são televisionadas e exibidas exaustivamente pela grande imprensa, Almir pensou pequeno e agiu de forma intolerante, não só com os jornalistas, mas com toda a população limeirense, que tem o direito de saber o que se passa na Câmara, ainda mais quando o que se investiga é dinheiro público.
Seu pedido de desculpas é legítimo e digno, mas não bastou para sofrer um desgaste. Desnecessário e bobo, por sinal.
Manobra de Félix não funcionou
O atalho desejado por Félix não funcionou e o Estado exigiu o Estudo de Impacto Ambiental (EIA/Rima) para o novo aterro – se é que ele será mesmo na área do Horto, disputada judicialmente com a União.
O prazo para a finalização e aprovação do estudo é de dois anos e meio. Até lá, a Prefeitura vai apresentar um novo estudo de viabilidade de renovação de uso do atual para a Cetesb. O prazo atual de utilização vence em março.
A estratégia é renovar continuamente até que o estudo fique pronto. A agência já se posicionou várias vezes que o atual aterro está – se bobear, já tem – com a vida útil com os dias contados.
A Prefeitura insiste que isso é possível. Só que a ocupação do MST e o imbróglio com a Justiça Federal podem prejudicar uma definição mais rápida.
O prazo para a finalização e aprovação do estudo é de dois anos e meio. Até lá, a Prefeitura vai apresentar um novo estudo de viabilidade de renovação de uso do atual para a Cetesb. O prazo atual de utilização vence em março.
A estratégia é renovar continuamente até que o estudo fique pronto. A agência já se posicionou várias vezes que o atual aterro está – se bobear, já tem – com a vida útil com os dias contados.
A Prefeitura insiste que isso é possível. Só que a ocupação do MST e o imbróglio com a Justiça Federal podem prejudicar uma definição mais rápida.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
MST e Prefeitura
A nota crítica emitida pelo bispo Dom Vilson Dias de Oliveira teve o dedo de padre Reynaldo Ferreira de Melo, pároco da Nossa Senhora Aparecida e 2º na hierarquia diocesana. O padre foi, em tempos passados, um puxador de votos do petista Wilson Cerqueira, eterno diretor do Sindicato dos Metalúrgicos.
Todas as pessoas com quem conversei – é claro, sem ligação com o MST ou a polícia – dizem que a reintegração pacífica foi objeto de desejo da PM limeirense. A tomada à força só ocorreu devido à forte resistência do movimento.
Um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto para apurar possíveis abusos na ação da PM de Limeira. Palpite: será arquivada sem demora. Lado corporativista deve falar mais alto. O prazo para apresentação de resultados é de 40 dias.
Mesmo demonstrando desconhecimento da situação jurídica da briga entre a Prefeitura e o Incra, a ex-senadora e ex-candidata presidencial Heloísa Helena, presidente nacional do PSOL, não poupou críticas à ação da PM. “Reintegração não é espancamento de idosos e crianças”, reverberou. Para quem só ouviu os sem-terra e não estava no local, achei pesado demais.
O deputado Ivan Valente (PSOL) prometeu usar seu tempo livre na Tribuna da Câmara para criticar a violência empregada pela PM de Limeira. Se o fará são outros quinhentos. No dia, ele diz ter conversado duas vezes por telefone com o chefe da Casa Civil do Estado, Aloysio Nunes Ferreira.
O senador Eduardo Suplicy (PT) ligou na tarde do dia da reintegração no cartório do Ofício da Fazenda Pública. Queria saber o andamento do processo na Justiça e o que podia ser feito pelo MST. Ele contatou também o secretário estadual da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão.
Prefeitura lavou as mãos no dia da reintegração. Só afirmava que ela devia ser cumprida, nada mais. Não ofereceu nem apoio aos oficiais de Justiça, que para não passarem fome, tiveram de recorrer aos víveres da PM.
Um deputado quis dar uma de grande no dia da reintegração. Foi repelido pelo oficial de Justiça: “O senhor pode mandar lá em Brasília. Aqui, não”.
Cláudia afirma que mais de 50 integrantes do MST ficaram feridos na ação da PM. Com base em conversas com quem lá esteve no dia, creio que há exagero nessa contagem.
A coordenadora do MST, Cláudia Praxedes, não queria assinar de jeito nenhum o documento da Justiça sobre a reintegração de posse da área do horto. Ouviu do oficial de Justiça que seria citada se não o fizesse. Foi convencida por um advogado.Aliás, em uma rápida navegada pela internet, Cláudia aparece em muitos textos como assessora de imprensa (?) do movimento. No processo que corre na Justiça, ela é quem responde pelo grupo contra a Prefeitura.
Todas as pessoas com quem conversei – é claro, sem ligação com o MST ou a polícia – dizem que a reintegração pacífica foi objeto de desejo da PM limeirense. A tomada à força só ocorreu devido à forte resistência do movimento.
Um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto para apurar possíveis abusos na ação da PM de Limeira. Palpite: será arquivada sem demora. Lado corporativista deve falar mais alto. O prazo para apresentação de resultados é de 40 dias.
Mesmo demonstrando desconhecimento da situação jurídica da briga entre a Prefeitura e o Incra, a ex-senadora e ex-candidata presidencial Heloísa Helena, presidente nacional do PSOL, não poupou críticas à ação da PM. “Reintegração não é espancamento de idosos e crianças”, reverberou. Para quem só ouviu os sem-terra e não estava no local, achei pesado demais.
O deputado Ivan Valente (PSOL) prometeu usar seu tempo livre na Tribuna da Câmara para criticar a violência empregada pela PM de Limeira. Se o fará são outros quinhentos. No dia, ele diz ter conversado duas vezes por telefone com o chefe da Casa Civil do Estado, Aloysio Nunes Ferreira.
O senador Eduardo Suplicy (PT) ligou na tarde do dia da reintegração no cartório do Ofício da Fazenda Pública. Queria saber o andamento do processo na Justiça e o que podia ser feito pelo MST. Ele contatou também o secretário estadual da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão.
Prefeitura lavou as mãos no dia da reintegração. Só afirmava que ela devia ser cumprida, nada mais. Não ofereceu nem apoio aos oficiais de Justiça, que para não passarem fome, tiveram de recorrer aos víveres da PM.
Um deputado quis dar uma de grande no dia da reintegração. Foi repelido pelo oficial de Justiça: “O senhor pode mandar lá em Brasília. Aqui, não”.
Cláudia afirma que mais de 50 integrantes do MST ficaram feridos na ação da PM. Com base em conversas com quem lá esteve no dia, creio que há exagero nessa contagem.
A coordenadora do MST, Cláudia Praxedes, não queria assinar de jeito nenhum o documento da Justiça sobre a reintegração de posse da área do horto. Ouviu do oficial de Justiça que seria citada se não o fizesse. Foi convencida por um advogado.Aliás, em uma rápida navegada pela internet, Cláudia aparece em muitos textos como assessora de imprensa (?) do movimento. No processo que corre na Justiça, ela é quem responde pelo grupo contra a Prefeitura.
sábado, 17 de novembro de 2007
Bastelli na Acil
Apresentador Reinaldo Bastelli será eleito presidente da Acil no próximo dia 27, conforme revelado pelo jornalista Carlos Chinelatto. Concorre, até o momento, em chapa única. Não deverá aparecer ninguém até lá para a disputa. O próprio Renato Maluf, dirigente atual, garante.
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