De Rodrigo Piscitelli, publicado originalmente em seu blog:
"A Neopav Pavimentação e Terraplenagem tem acertado na agulha nas ofertas de preços nas licitações da Prefeitura de Limeira. A empresa acaba de vencer a concorrência para duplicação da Via Francisco D'Andréa (Anel Viário) entre as estacas 224 e 309 (trecho do Sesi ao Jardim Anavec). Valor da obra: R$ 5,198 milhões. O resultado saiu no Jornal Oficial do Município (JOM) número 3.308, de 15 de maio, sábado.
Cinco dias depois, na edição 3.311, de 20 de maio, quinta-feira, saíram mais quatro extratos de contratos da prefeitura com a mesma Neopav. Um para pavimentação do bairro Dom Oscar Romero (R$ 368.454); outro para execução de loteamento e infraestrutura no Bairro da Geada (R$ 3,012 milhões); um terceiro para pavimentação do prolongamento da Avenida Ambrósio Fumagalli (R$ 248.936), no Parque Egisto Ragazzo; e um último, no mesmo bairro, para pavimentação do prolongamento da Avenida Laranjeiras (R$ 321.054), trecho a partir do Bar da Montanha. Total: R$ 9,148 milhões". Leia mais aqui.
PS do blog: A Neopav é a empresa que consegue ter a ousadia de, em plena segunda-feira da manhã, fazer obras de recapeamento na Rua 25 de Março, o principal acesso ao Centro de Limeira para quem vem da Rodovia Anhangüera, veja aqui matéria da jornalista Renata Reis.
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terça-feira, 1 de junho de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Limeira vê o bonde passar
De Bruna Lencioni, na edição desta quarta-feira (21/4) da Gazeta de Limeira:
"Resolução aprovada pelo Colegiado do Conselho da Justiça Federal (CJF) definiu os municípios onde serão instaladas as 230 varas federais previstas, conforme lei federal de 2009. Limeira não foi selecionada, enquanto Piracicaba ganhará mais duas (completando cinco) e Americana mais uma (ficando com duas). Com isso, a subseção da Justiça Federal de Piracicaba deve ser dividida, passando parte de suas atribuições para Americana. Atualmente, a subseção piracicabana jurisdiciona por 21 cidades da região, entre elas Limeira, Iracemápolis e Cordeirópolis. Com a divisão, é provável que parte dos municípios atendidos por Piracicaba sejam redirecionados à subdivisão de Americana". Leia mais aqui.
O jornalista Rodrigo Piscitelli analisou a situação aqui.
Comentário do blog: As duas cidades beneficiadas na região, Piracicaba e Americana, contam com representatividade política em Brasília. Se as forças políticas limeirenses não começarem a se esforçar, Limeira permanecerá no vácuo existente entre a Região Metropolitana de Campinas e a região comandada por Piracicaba. Ficar de fora dessa lista é perda política que implica na sociedade. Limeira é sede de delegacia regional da Receita Federal, com jurisdição sobre 34 municípios. Qualquer desdobramento, cível ou criminal, nessa esfera é encaminhado hoje para Piracicaba. Vergonhoso!
"Resolução aprovada pelo Colegiado do Conselho da Justiça Federal (CJF) definiu os municípios onde serão instaladas as 230 varas federais previstas, conforme lei federal de 2009. Limeira não foi selecionada, enquanto Piracicaba ganhará mais duas (completando cinco) e Americana mais uma (ficando com duas). Com isso, a subseção da Justiça Federal de Piracicaba deve ser dividida, passando parte de suas atribuições para Americana. Atualmente, a subseção piracicabana jurisdiciona por 21 cidades da região, entre elas Limeira, Iracemápolis e Cordeirópolis. Com a divisão, é provável que parte dos municípios atendidos por Piracicaba sejam redirecionados à subdivisão de Americana". Leia mais aqui.
O jornalista Rodrigo Piscitelli analisou a situação aqui.
Comentário do blog: As duas cidades beneficiadas na região, Piracicaba e Americana, contam com representatividade política em Brasília. Se as forças políticas limeirenses não começarem a se esforçar, Limeira permanecerá no vácuo existente entre a Região Metropolitana de Campinas e a região comandada por Piracicaba. Ficar de fora dessa lista é perda política que implica na sociedade. Limeira é sede de delegacia regional da Receita Federal, com jurisdição sobre 34 municípios. Qualquer desdobramento, cível ou criminal, nessa esfera é encaminhado hoje para Piracicaba. Vergonhoso!
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Rodrigo Piscitelli
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
A história secreta de uma renúncia
De Rodrigo Piscitelli, em seu blog Bate-Bola:
"Era final de março de 2002, provavelmente dia 29. Eram fortíssimos os rumores de que o então prefeito de Limeira, o empresário Pedro Teodoro Kühl (PSDB), o primeiro reeleito sucessivamente na história da cidade, iria renunciar ao mandato para ser candidato a deputado federal. Há tempos o tucano vinha reclamando que a cidade deixava de ganhar muito com a ausência de um representante em Brasília (o último deputado federal limeirense foi Jurandyr Paixão Filho, o Jurinha, que deixou o cargo em 1998). Com a autoconfiança e um certo grau de messianismo que sempre lhe foram característicos, Kühl arvorou-se o dever de sanar este problema, ainda que parecesse uma tarefa insana para quem um ano e seis meses antes havia sido aclamado pelas urnas para manter-se no cargo mais alto do Executivo limeirense por mais quatro anos. Nos bastidores políticos, a possibilidade da renúncia era ao mesmo tempo provável (para quem conhecia o prefeito) e impensável (para quem conhecia o cenário eleitoral, uma candidatura que exigia algo em torno de 120 mil votos)". Leia mais aqui.
"Era final de março de 2002, provavelmente dia 29. Eram fortíssimos os rumores de que o então prefeito de Limeira, o empresário Pedro Teodoro Kühl (PSDB), o primeiro reeleito sucessivamente na história da cidade, iria renunciar ao mandato para ser candidato a deputado federal. Há tempos o tucano vinha reclamando que a cidade deixava de ganhar muito com a ausência de um representante em Brasília (o último deputado federal limeirense foi Jurandyr Paixão Filho, o Jurinha, que deixou o cargo em 1998). Com a autoconfiança e um certo grau de messianismo que sempre lhe foram característicos, Kühl arvorou-se o dever de sanar este problema, ainda que parecesse uma tarefa insana para quem um ano e seis meses antes havia sido aclamado pelas urnas para manter-se no cargo mais alto do Executivo limeirense por mais quatro anos. Nos bastidores políticos, a possibilidade da renúncia era ao mesmo tempo provável (para quem conhecia o prefeito) e impensável (para quem conhecia o cenário eleitoral, uma candidatura que exigia algo em torno de 120 mil votos)". Leia mais aqui.
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