Mauro Zeuri, ex-coordenador da campanha de Paulo Hadich na eleição de 2012, vai deixar o barco do Edifício Prada.
Ele saiu de férias e não deve voltar. Quem deve substituí-lo na Secretaria de Gestão Estratégica é André Basso.
A saída de Zeuri é simbólica, por vários aspectos.
Ele era um dos pilares da administração. Sua pasta, no início do governo, era tratada como uma espécie de "Casa Civil" do governo Hadich.
Zeuri chegou desejando implantar uma sala de gestão onde coordenaria todas as demais pastas. Trouxe, para isso, uma funcionária de Hortolândia.
A servidora acabou processada no episódio do supersalário e já deixou a Prefeitura faz tempo.
A sala de gestão nunca saiu do papel.
Zeuri coordenou as audiências do orçamento participativo, projeto inédito em Limeira.
No primeiro ano, houve uma superdivulgação.
Nos anos seguintes, pouco se fala no assunto.
Zeuri foi processado e responde à ação por dano ao erário em Rio Claro até hoje.
Assunto que, por pouco, não rendeu uma CPI das Consultorias em Limeira.
Zeuri coordenou a reforma administrativa, cujo legado pouco apareceu ainda (sim, é um projeto a longo prazo e que depende de continuidade administrativa).
Rendeu, sim, três ações do MP que, por entendimento da Justiça, não prosperaram porque feitas diferente - poderiam ser ações civis públicas próprias, e não descumprimento de TACs. Assunto ainda pendente na Justiça.
Zeuri era, depois de Antônio Carlos Lima, o nome mais forte do PT dentro do Edifício Prada.
Antes dele, José Claudinei Lombardi, também ligado ao PT, decidiu sair.
A saída de Zeuri desidrata ainda mais a participação do PT no governo Hadich.
Apimenta a discussão, já tratada internamente, sobre eventual ruptura adiante para lançamento de candidato próprio a 2016, uma vez que Hadich trata o PR de Lombardi com banquete e estimula um assessor a trazer o PSDB para o grupo onde há o PT.
Lima é o que representa o PT hoje na Prefeitura.
Até quando é hoje a pergunta mais feita nos bastidores políticos de Limeira.
* Crédito: Prefeitura de Limeira
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sexta-feira, 6 de março de 2015
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
As oposições se mexem
Se Mário Botion (PEN) colocou o tabuleiro do xadrez eleitoral de 2016 em evidência, ao sair das urnas em 2014 como o candidato a deputado mais votado em Limeira, Eliseu Daniel, como fez em 2012, foi o primeiro a movimentar suas peças, ao anunciar uma surpreendente filiação ao PSDB na última sexta-feira.
Surpreendente porque, após ser coadjuvante de Lusenrique Quintal nas últimas duas eleições, o PSDB, após muito tempo, dá um sinal de que pretende caminhar com suas próprias pernas.
Noutras palavras, Pedrinho Kühl aceitou, finalmente, suas condições precárias de elegibilidade, pavimentando o caminho para outro nome, desta vez do próprio partido, e não de outro.
A sigla, que no confronto direto com o PT na última eleição presidencial, abocanhou mais de 70% dos votos na cidade, sinaliza que tentará aproveitar ao máximo a onda antipetista limeirense.
Botion, que almejava o PSDB, fica sem espaço com a ida de Eliseu à sigla.
Como o PEN tem pouca musculatura, ele pode mirar o PV ou esperar pela Rede Sustentabilidade, partido que Marina Silva deve criar até outubro, a tempo de participar da próxima eleição.
Botion está em situação diferente de Eliseu. Este saiu em baixa na última eleição em que participou e, recém-filiado novamente ao PSDB, terá de aparar eventuais rusgas e desconfianças de partes da sigla que estranharam sua volta. Já Botion saiu em alta da última eleição e tem (ou provavelmente terá) o nome maior do que sua atual (ou futura) sigla.
Há diferença de estilos de oposição também.
Enquanto Eliseu discursa de forma estridente contra Hadich e o PT, Botion faz críticas de forma mais moderada, deixando a virulência para aliados.
Quintal deve tomar o espaço que Pedrinho ocupou nos últimos anos, tentando viabilizar seu nome em meio às incertezas jurídicas.
Punido pela Justiça Eleitoral, ele mantém o discurso de que tem elegibilidade. Só que o antigo parceiro está mais distante e com Eliseu, rival que moveu a ação que torpedeou sua campanha em 2012.
E a parceria Nilton Santos-Silvio Brito observa a movimentação da oposição, quieta no comando da Câmara.
Quanto à situação, Hadich terá ainda 16 meses à frente do Executivo antes de ser confrontado oficialmente com os oponentes.
Tempo suficiente para muita coisa mudar, politicamente, para melhor ou para pior.
O PT tem tempo para se pacificar internamente e decidir qual rumo tomar.
O PR também, de permanecer na proa de Hadich ou se juntar a um dos grupos de oposição.
Há quem diga que antecipar demais a eleição é um erro, porque oferece munição aos rivais.
Os próximos meses - até outubro, quando vence o prazo para filiações visando 2016 – ainda trarão mais lances decisivos.
Quem sabe, até, surpreendentes.
* Artigo publicado originalmente pelo editor na edição de 26-01-15 da Gazeta de Limeira
Surpreendente porque, após ser coadjuvante de Lusenrique Quintal nas últimas duas eleições, o PSDB, após muito tempo, dá um sinal de que pretende caminhar com suas próprias pernas.
Noutras palavras, Pedrinho Kühl aceitou, finalmente, suas condições precárias de elegibilidade, pavimentando o caminho para outro nome, desta vez do próprio partido, e não de outro.
A sigla, que no confronto direto com o PT na última eleição presidencial, abocanhou mais de 70% dos votos na cidade, sinaliza que tentará aproveitar ao máximo a onda antipetista limeirense.
Botion, que almejava o PSDB, fica sem espaço com a ida de Eliseu à sigla.
Como o PEN tem pouca musculatura, ele pode mirar o PV ou esperar pela Rede Sustentabilidade, partido que Marina Silva deve criar até outubro, a tempo de participar da próxima eleição.
Botion está em situação diferente de Eliseu. Este saiu em baixa na última eleição em que participou e, recém-filiado novamente ao PSDB, terá de aparar eventuais rusgas e desconfianças de partes da sigla que estranharam sua volta. Já Botion saiu em alta da última eleição e tem (ou provavelmente terá) o nome maior do que sua atual (ou futura) sigla.
Há diferença de estilos de oposição também.
Enquanto Eliseu discursa de forma estridente contra Hadich e o PT, Botion faz críticas de forma mais moderada, deixando a virulência para aliados.
Quintal deve tomar o espaço que Pedrinho ocupou nos últimos anos, tentando viabilizar seu nome em meio às incertezas jurídicas.
Punido pela Justiça Eleitoral, ele mantém o discurso de que tem elegibilidade. Só que o antigo parceiro está mais distante e com Eliseu, rival que moveu a ação que torpedeou sua campanha em 2012.
E a parceria Nilton Santos-Silvio Brito observa a movimentação da oposição, quieta no comando da Câmara.
Quanto à situação, Hadich terá ainda 16 meses à frente do Executivo antes de ser confrontado oficialmente com os oponentes.
Tempo suficiente para muita coisa mudar, politicamente, para melhor ou para pior.
O PT tem tempo para se pacificar internamente e decidir qual rumo tomar.
O PR também, de permanecer na proa de Hadich ou se juntar a um dos grupos de oposição.
Há quem diga que antecipar demais a eleição é um erro, porque oferece munição aos rivais.
Os próximos meses - até outubro, quando vence o prazo para filiações visando 2016 – ainda trarão mais lances decisivos.
Quem sabe, até, surpreendentes.
* Artigo publicado originalmente pelo editor na edição de 26-01-15 da Gazeta de Limeira
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Hadich ignora sugestão do PT e segue fórmula de Zovico na Educação
A escolha de Adriana Ijano Motta à Secretaria Municipal de Educação, noticiada pela jornalista Érica Samara da Silva na Gazeta de Limeira desta quinta-feira (15.jan.15), dá uma amostra de que o prefeito Paulo Hadich (PSB) ouvirá, mas não determinará suas ações conforme os desejos do PT de Limeira.
Como noticiamos ao longo da semana, militantes do PT gostariam que a sigla permanecesse à frente da pasta, hoje ocupada por José Claudinei Lombardi, o Zezo, ligado ao partido. Uma sugestão foi a ida de Mauro Zeuri para o posto.
Nada disso. Hadich optou por seguir a fórmula de Orlando Zovico, que escolheu uma diretora de escola, Araciana Cardoso, para comandar a Educação em sua curta passagem pelo Edifício Prada.
Adriana, que não tem ligação partidária, dirige atualmente a escola Maria Aparecida de Luca Moore, no Jardim Aeroporto, onde faz um trabalho elogiado no meio acadêmico.
Ela tinha a preferência dos servidores da Educação, que mostravam, assim como a cúpula do Prada, resistências ao nome de Zeuri.
Resta saber como os militantes do PT reagirão diante da escolha de Hadich.
Como noticiamos ao longo da semana, militantes do PT gostariam que a sigla permanecesse à frente da pasta, hoje ocupada por José Claudinei Lombardi, o Zezo, ligado ao partido. Uma sugestão foi a ida de Mauro Zeuri para o posto.
Nada disso. Hadich optou por seguir a fórmula de Orlando Zovico, que escolheu uma diretora de escola, Araciana Cardoso, para comandar a Educação em sua curta passagem pelo Edifício Prada.
Adriana, que não tem ligação partidária, dirige atualmente a escola Maria Aparecida de Luca Moore, no Jardim Aeroporto, onde faz um trabalho elogiado no meio acadêmico.
Ela tinha a preferência dos servidores da Educação, que mostravam, assim como a cúpula do Prada, resistências ao nome de Zeuri.
Resta saber como os militantes do PT reagirão diante da escolha de Hadich.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Mauro Zeuri na Educação?
Outra prioridade para os militantes do PT de Limeira, reunidos na tarde desta segunda-feira (12.jan.15), é a Secretaria de Relações Institucionais e Direitos Humanos, comandada pelo vice-prefeito Antônio Carlos Lima.
Criada na esteira da reforma administrativa, a pasta não funciona da forma como os petistas imaginavam.
Além desta pasta, a sigla não quer perder postos vitais na administração.
É o caso da Secretaria da Educação. O atual titular, José Claudinei Lombardi, não deve permanecer na função. Uma decisão deve sair até o dia 20.
O PT também está insatisfeito com o enfraquecimento de Mauro Zeuri na pasta de Gestão Estratégica.
A Gazeta apurou que as decisões sobre o orçamento estão concentradas hoje com o prefeito Paulo Hadich e seu chefe de gabinete, Marco Aurélio Magalhães Faria Júnior.
Uma opção é a ida de Zeuri à Educação, o que garantiria a pasta aos petistas.
Além das questões endereçadas ao Executivo, o PT também quer que os secretários participem das atividades e ajam em conjunto com a sigla.
Sindicatos e demais movimentos sociais ligados ao governo e ao PT devem ser incentivados a utilizarem a tribuna da Câmara com mais frequência.
A minuta da reunião, a qual a Gazeta teve acesso, faz análise dos governos Lula e Dilma, citando que o orçamento de Limeira teve crescimento provocado pelas políticas adotadas no plano nacional.
Os militantes mencionam que o atual governo criou mecanismos de participação popular, em contraposição ao que chamam de "antigos coronéis".
Há elogios, como a construção de creches para reduzir o déficit de vagas e a redução da tarifa de ônibus para estudantes, mas também a lembrança de outras ações, previstas no plano de governo, que não foram concretizadas.
As ideias debatidas ontem ainda precisam ser oficializadas pela sigla em reunião oficial.
* Trecho publicado originalmente na Gazeta de Limeira, edição de 13 de janeiro de 2015
** Crédito da imagem: Prefeitura de Limeira
Criada na esteira da reforma administrativa, a pasta não funciona da forma como os petistas imaginavam.
Além desta pasta, a sigla não quer perder postos vitais na administração.
É o caso da Secretaria da Educação. O atual titular, José Claudinei Lombardi, não deve permanecer na função. Uma decisão deve sair até o dia 20.
O PT também está insatisfeito com o enfraquecimento de Mauro Zeuri na pasta de Gestão Estratégica.
A Gazeta apurou que as decisões sobre o orçamento estão concentradas hoje com o prefeito Paulo Hadich e seu chefe de gabinete, Marco Aurélio Magalhães Faria Júnior.
Uma opção é a ida de Zeuri à Educação, o que garantiria a pasta aos petistas.
Além das questões endereçadas ao Executivo, o PT também quer que os secretários participem das atividades e ajam em conjunto com a sigla.
Sindicatos e demais movimentos sociais ligados ao governo e ao PT devem ser incentivados a utilizarem a tribuna da Câmara com mais frequência.
A minuta da reunião, a qual a Gazeta teve acesso, faz análise dos governos Lula e Dilma, citando que o orçamento de Limeira teve crescimento provocado pelas políticas adotadas no plano nacional.
Os militantes mencionam que o atual governo criou mecanismos de participação popular, em contraposição ao que chamam de "antigos coronéis".
Há elogios, como a construção de creches para reduzir o déficit de vagas e a redução da tarifa de ônibus para estudantes, mas também a lembrança de outras ações, previstas no plano de governo, que não foram concretizadas.
As ideias debatidas ontem ainda precisam ser oficializadas pela sigla em reunião oficial.
* Trecho publicado originalmente na Gazeta de Limeira, edição de 13 de janeiro de 2015
** Crédito da imagem: Prefeitura de Limeira
PT vai até o fim com Hadich, mas estabelece prioridades
Militantes do PT de Limeira se reuniram nesta segunda-feira (12.jan.15) em debate, no Carlton Plaza Hotel, e estabeleceram prioridades que vão ser encaminhadas ao prefeito Paulo Hadich (PSB). Conforme a Gazeta apurou, não há sinais de rompimento e o consenso entre os participantes (equivalente a 60% do diretório local) é de que a sigla vá com Hadich até o fim do mandato.
Participaram do encontro 25 pessoas, entre eles o vice-prefeito Antônio Carlos Lima, o secretário de Gestão Estratégica, Mauro Zeuri, os vereadores Ronei Martins, Aloízio Marinho e Érika Monteiro Moraes, e representantes dos sindicatos dos professores (Apeoesp) e dos bancários. O debate não teve caráter oficial.
A reportagem teve acesso à minuta que os militantes devem formalizar ao partido, com ideias a serem levadas a Hadich.
Uma das prioridades é a regularização do acampamento Elizabeth Teixeira, no Horto Florestal.
A Prefeitura segue em tratativas com a União e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), mas pouco se avançou, nos dois últimos anos, no Judiciário para um acordo que resolva a questão.
Os militantes também desejam que o Executivo debata os projetos, enviados à Câmara Municipal, com os vereadores da sigla.
Um exemplo de insatisfação foi o projeto enviado à Casa no final do ano passado, sobre a prerrogativa de não vender mais parte das férias dos servidores. A medida causou irritação no funcionalismo, e só não chegou ao plenário porque foi barrado antes, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Os petistas também querem que o governo recomponha a maioria na Câmara Municipal.
A irritação veio após a votação da Mesa Diretora - os dois vereadores do PSB, partido de Hadich, não votaram em Raul Nilsen Filho, candidato do prefeito.
Na avaliação dos militantes, o PT foi fiel e defende mais o governo do que os demais vereadores da base.
As ideias debatidas ontem ainda precisam ser oficializadas pela sigla em reunião oficial.
* Trecho de reportagem publicado originalmente na Gazeta de Limeira, edição de 13 de janeiro de 2015
Participaram do encontro 25 pessoas, entre eles o vice-prefeito Antônio Carlos Lima, o secretário de Gestão Estratégica, Mauro Zeuri, os vereadores Ronei Martins, Aloízio Marinho e Érika Monteiro Moraes, e representantes dos sindicatos dos professores (Apeoesp) e dos bancários. O debate não teve caráter oficial.
A reportagem teve acesso à minuta que os militantes devem formalizar ao partido, com ideias a serem levadas a Hadich.
Uma das prioridades é a regularização do acampamento Elizabeth Teixeira, no Horto Florestal.
A Prefeitura segue em tratativas com a União e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), mas pouco se avançou, nos dois últimos anos, no Judiciário para um acordo que resolva a questão.
Os militantes também desejam que o Executivo debata os projetos, enviados à Câmara Municipal, com os vereadores da sigla.
Um exemplo de insatisfação foi o projeto enviado à Casa no final do ano passado, sobre a prerrogativa de não vender mais parte das férias dos servidores. A medida causou irritação no funcionalismo, e só não chegou ao plenário porque foi barrado antes, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Os petistas também querem que o governo recomponha a maioria na Câmara Municipal.
A irritação veio após a votação da Mesa Diretora - os dois vereadores do PSB, partido de Hadich, não votaram em Raul Nilsen Filho, candidato do prefeito.
Na avaliação dos militantes, o PT foi fiel e defende mais o governo do que os demais vereadores da base.
As ideias debatidas ontem ainda precisam ser oficializadas pela sigla em reunião oficial.
* Trecho de reportagem publicado originalmente na Gazeta de Limeira, edição de 13 de janeiro de 2015
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terça-feira, 7 de outubro de 2014
Corintiano Andrés Sanchez recebe ajuda de conterrâneos
Corintiano ao extremo, Andrés Sanchez foi o candidato a deputado federal mais bem votado do PT em São Paulo e conseguiu uma vaga no Congresso Nacional com mais de 167 mil votos.
Não sem contar com a ajuda de seus conterrâneos.
Sanchez nasceu em Limeira, mas não fez sua carreira aqui, nem montou base eleitoral.
Mesmo assim, provavelmente contou com a simpatia da torcida do Corinthians e angariou 366 votos em Limeira.
Outro candidato familiarizado com o Corinthians recebeu ajuda por aqui.
Marcelinho Carioca, também pelo PT, foi lembrado por 26 pessoas nas urnas limeirenses.
Não sem contar com a ajuda de seus conterrâneos.
Sanchez nasceu em Limeira, mas não fez sua carreira aqui, nem montou base eleitoral.
Mesmo assim, provavelmente contou com a simpatia da torcida do Corinthians e angariou 366 votos em Limeira.
Outro candidato familiarizado com o Corinthians recebeu ajuda por aqui.
Marcelinho Carioca, também pelo PT, foi lembrado por 26 pessoas nas urnas limeirenses.
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